segunda-feira, 20 de julho de 2015

Como aproveitar a crise para crescer no mercado de TI.

Corrupção, políticos e empresários atrás das grades, economia descontrolada; crise no Brasil! Vivemos um ano de muita incerteza. A inflação sobe; qualquer um que vai ao mercado sente no bolso. O dólar sobe; aí sente quem viaja – nosso dinheiro vale menos. Os juros? Também voltam a subir. Tudo isso somado ao escândalo da Petrobras, empresa administrada pelo governo, puxa ainda mais pra baixo o ano de 2015 por aqui.

A indústria automobilística foi uma das que sofreu maior impacto desse momento ruim: mais de 12 mil profissionais já foram despedidos; e as perspectivas não são nada animadoras. Estima-se que 800 concessionárias fecharam suas portas até o final do ano; e o número de demissões chegue a 40 mil trabalhadores. De modo geral, já dá pra dizer que essa tormenta impactou todos os setores da economia brasileira. Mas, como é que será que respondeu o setor de tecnologia?
 Há muitos anos, sempre que analisamos o mercado de trabalho em tecnologia, a história se repete: faltam profissionais qualificados e sobram vagas na área. Foi assim, pelo menos na última década. Claro, a TI também sentiu o baque dessa crise, mas a pequena queda não chegou a abrir sequer contagem para um nocaute.
O maior impacto no mercado de tecnologia está ligado a novos investimentos, novos projetos; por outro lado, nem este momento ruim, foi capaz de afetar a área até agora. O que mudou foi o critério de seleção das empresas.
Ou seja, apesar da ausência de mão de obra realmente qualificada para alguns cargos no setor de tecnologia, a indústria não diminuiu seu nível de exigência; pelo contrário.
Entre as diversas áreas que continuam com oportunidades interessantes em meio a toda essa crise, podemos destacar algumas: tudo relacionado a Big Data e análise de dados oferece bastante espaço; mas...falta gente especializada. A questão da mobilidade – desenvolvimento de aplicativos móveis e tudo mais relacionado a smartphones, inclusive a segurança desses dispositivos – também está em alta. Para citar mais um exemplo, a área de infraestrutura de sistemas, principalmente por ter a capacidade de reduzir custos dentro de uma organização, é uma das que menos sofre qualquer influência de uma crise como esta.
Se você quer aproveitar a oportunidade e ingressar no mercado de tecnologia, o que não falta são cursos de formação superior e até cursos técnicos. Especialistas indicam, para quem busca uma carreira mais sólida, uma formação completa e mais longa. Os cursos rápidos servem mais para uma atualização ou especialização em determinada área. Não custa repetir: o inglês não é mais fator diferencial; o segundo idioma se tornou indispensável no mundo da tecnologia e, para quem ainda não fala, pode ser uma enorme barreira de entrada no mercado.
Um último fator que joga a favor do mundo da tecnologia é que, uma vez iniciado o processo de formação, em geral, achar emprego não é assim tão difícil.
E nós queremos ajudar: se você já estiver estudando ou pronto para entrar de cabeça nesse mundo. São milhares vagas focadas exclusivamente no mercado de tecnologia. Lá você pode cadastrar seu currículo no tradicional formato em texto e até incluir foto ou vídeo para incrementar. Depois de cadastrado, você recebe alertas sobre vagas que combinam com seu perfil. Não perca tempo e aproveite mais essa ferramenta; se você está preparado, nem a crise vai atrapalhar seu futuro a partir de agora. O link para o nosso canal de empregos está logo abaixo do vídeo desta reportagem; confira!

Saiba como os tokens aumentam sua segurança online.

Esses chaveirinhos com códigos aleatórios fazem parte do dia a dia de muita gente – principalmente quem usa serviços de banco na internet. O token – uma tecnologia de 30 anos – é um dispositivo eletrônico capaz de gerar senhas randômicas a partir de um algoritmo matemático. As empresas de segurança que oferecem essa tecnologia desenvolvem equações bastante complexas para que uma combinação diferente e segura seja exibida no visor cada vez que o token for solicitado.
Os tokens servem como segundo fator de autenticação em transações online como internet banking, acesso privado a alguns canais – como a intranet de algumas empresas – ou ainda acesso remoto a um equipamento conectado, por exemplo. Depois de entrar com o login e senha do usuário, para confirmar o acesso, o sistema pede que a combinação exibida no token seja digitada.
Ou seja, se algum cybercriminoso tenta descobrir e reutilizar uma senha exibida no token durante uma autenticação, aquela combinação não será mais aceita pelo sistema. O modelo “One Time Password” – uma espécie de senha que se autodestrói – cria uma nova sequência numérica a cada 30 ou 60 segundos.
Além dos chaveiros, os tokens também podem estar embarcados em outros hardwares ou softwares instalados em tablets, smartphones e computadores. Para que a senha do token seja validada pelo sistema que o usuário pretende acessar (como o banco online), é preciso que o dispositivo esteja sincronizado com o servidor de origem da informação – usando o mesmo exemplo, o sistema digital do banco.
O token é um sistema muito seguro de autenticação, mas algumas dicas são importantes para impedir que alguém tenha acesso ao código e tente usá-lo de forma indevida: primeiro, nunca forneça mais de um código do seu token em um único acesso. As instituições financeiras solicitam apenas uma combinação do token por acesso ou por transação; as instituições nunca enviam e-mails nem telefonam a solicitando o código do seu token. Se isso acontecer, desconfie e prefira não informar a sequência; nunca entregue seu token a terceiros; e em caso de perda ou roubo, comunique o fato imediatamente aos responsáveis pelo acesso ou aplicação. 
Com essas dicas e com a autenticação em dois fatores, pode ter certeza, seu acesso à empresa ou ao internet banking estará muito mais seguro do que com uma simples senha – por mais complexa que ela seja.

Cloud Computing oferece máquinas virtuais superpotentes em questão de minutos

Muito mais do armazenamento; os serviços de cloud computing oferecem, além de espaço, infraestrutura e até aplicações baseadas na nuvem para sua empresa – tudo pode ser contratado como um serviço (sob demanda). É possível, por exemplo, contratar máquinas virtuais para um determinado projeto. Nós avaliamos os quatro maiores serviços de cloud disponíveis no mercado: o Azure, da Microsoft; o AWS, da Amazon; o Google Cloud; e o Softlayer, da IBM.

Antes de fazer um panorama geral dos serviços, é importante entender três conceitos: Infraestrutura como Serviço, Plataforma como Serviço e Software como Serviço. A Infraestrutura como Serviço oferece poder computacional virtual através da internet; a Plataforma como Serviço permite aque o usuário desenvolva, execute e gerencie aplicativos da web; já o Software como Serviço é uma aplicação online que pode ser utilizada pelos usuários do pacote. 

O serviço da Microsoft oferece na internet servidores Windows Server e máquinas Linux virtuais; as configurações podem ser ajustadas conforme as necessidades do cliente. No Azure, o usuário tem tanto a Infraestrutura como Serviço quanto a Plataforma como Serviço. A cobrança do seerviço é conforme o uso; o preço base é de 2 centavos de dólar por hora. As máquinas virtuais oferecidas têm 19 gigabytes de memória interna e os datacenters da Microsoft estão localizados na Europa, Ásia e também nos Estados Unidos.

O AWS, da Amazon, ao lado do Azure, é um dos serviços mais populares de cloud computing. Ele trabalha com conceitos de nuvem híbrida, pública e privada. O Amazon Web Services oferece principalmente Infraestrutura como Serviço – o poder computacional virutal. Os planos de assinatura são mais diversos: é possível pagar por hora de uso; mas também há opções de planos fixos mensais e até um pacote mais simples de aplicações gratuitas.

O Google Cloud opera em uma nuvem pública e também oferece Infraestrutura como Serviço. No serviço do Goole é possível escolher uma máquina virtual que se adapte às necessidades da sua empresa e, assim, aproveitar toda a estrutura e consistência da grande rede de fibra ópticas que o Google tem espalhada por todo o mundo. A cobrança também é por minuto – 6 centavos de dólar por hora. Você só paga pelo tempo que usa cada máquina virtual. Por incrível que pareça, o serviço do Google, ao que tudo indica, é o mais fraco dos quatro aqui analisados – ainda assim, o mais caro!

O Softlayer, da IBM, é um dos mais promissores. A plataforma oferece Infraestrutura como Serviço. Segundo a IBM, a solução permite que o usuário dimensione seus recursos de computação facilmente sob demanda – e promete máquinas virtuais prontas para rodar em apenas cinco minutos! A cobrança também funciona no mesmo esquema; por hora, 4 centavos de dólar. 

É fácil perceber que os preços e até ofertas de serviços são bastante similares; talvez o mais interessante desses serviços seja mesmo a Plataforma como Serviço – entre os comparados, apenas o Azure, da Microsoft, oferece esta função. A Plataforma como Serviço está focada em aplicativos. Você carregar o aplicativo e, em seguida, o provedor de nuvem cria máquinas virtuais para acomodá-lo conforme configurado. Já a Infraestrutura como Serviço é um serviço bem parecido com que já estamos acostumados no armazenamento. A diferença é que ela é um pouco mais simples de administrar; mais do que isso, o melhor que se pode oferece é replicar sua máquina.

Na hora de avaliar os serviços de computação na nuvem contra datacenters e servidores dedicado, é interessante avaliar os custos e vantagens de ambos os casos; a decisão vai depender das necessidades da sua empresa. O mais recomendado é que você faça uma análise aprofundada dos custos de operação, manutenção e escalabilidade. Aí então terá o veredito final; de repente a nuvem pode parecer mais cara logo de cara, mas um tanto mais barata quando avaliada a longo prazo.

Apple Music, Deezer, Rdio ou Spotify: qual é o melhor serviço de streaming?

Se você ainda não escolheu, chegou a hora. E a gente te ajuda. Já são pelo menos cinco bons serviços de streaming de música disponíveis por aqui; claro, cada um com suas características próprias. 

O último a chegar no Brasil foi o Apple Music. Similar aos seus concorrentes, nele é possível montar playlists na nuvem e deixar suas músicas e artistas favoritos mais acessíveis em diferentes dispositivos, na hora que quiser; online ou até desconectado. 

Se o serviço da Apple acabou de desembarcar no país, veja a comparação com os principais que operam por aqui há algum tempo: Deezer, Google Music, Rdio e Spotify. 

PREÇO

O Apple Music é gratuito durante os primeiros três meses; depois desse período de testes, você pode escolher uma assinatura individual, que custa 5 dólares (pouco mais de quinze reais) por mês – ou ainda uma assinatura familiar, por 8 dólares (algo em torno de 25 reais) mensais. 

O Google Play oferece 90 dias sem custo inicial; depois disso, a assinatura mensal do serviço custa 15 reais. 
Deezer, Rdio e Spotify oferecem versões gratuitas, mas com recursos limitados, anúncios (muitas vezes chatos) inseridos de tempo em tempo entre as músicas e limite para pular de faixas. A versão premium ilimitada dos três aplicativos tem o mesmo preço: 15 reais por mês. 

O único serviço atualmente com promoção é o Spotify, que está oferecendo o plano premium durante três meses por apenas 2 reais.

ACERVO MUSICAL

Não são apenas os preços que são parecidos; a quantidade de músicas dos cinco serviços também é próxima. Nenhum diz exatamente quantas canções estão disponíveis. Com exceção do Deezer, que afirma que seu catálogo ultrapassa as 35 milhões de faixas, todos os outros serviços se limitam a dizer que oferecem mais de 30 milhões de músicas. 
Cá entre nós: é o suficiente para você passar o resto da vida ouvindo música e praticamente impossível que você não encontre o que deseja, por mais alternativo que seja seu gosto musical.

Com a popularização dos serviços de streaming, as empresas fecham parceria com praticamente as mesmas gravadoras; quase todas. Ah, todos os serviços oferecem opção de rádio também…o que é bem interessante se você pretende descobrir novos artistas.

STREAMING

Este é outro recurso bem semelhante em todos os serviços; a taxa de streaming. Todos explicam que a velocidade depende da sua conexão de internet. O Apple Music diz que alcança 256 kilobits por segundo; já os outros serviços – Google Music, Deezer, Rdio e Spotify, dizem que suas transmissões alcançam até 320 kbps.

PLATAFORMAS
Se uma das principais propostas do streaming de música é ouvir música onde quer que você esteja, na hora que quiser, quanto mais plataformar forem suportadas, melhor! O Apple Music, a partir do iOS 8.4, é o novo aplicativo de música oficial dos dispositivos Apple – iPhones e iPads; mas um aplicativo para Android deve ser anunciado em breve. Também é possível usar o serviço da Apple pelo iTunes, disponível para Macs e PCs. 

O Google Play está disponível na internet, mas também com aplicativos para Android e iOS. No Spotify, o usuário também pode ouvir seu acervo na web, em Macs, Windows ou, se preferir, até baixar o player oficial. Aplicativos oficiais também estão disponíveis para aparelhos com Android ou iOS.

O Rdio está nas mesmas plataformas, mas tem a vantagem de ter um app também para Windows Phone. O Deezer é o mais completo da categoria; além de todas essas plataformas que estão seus concorrentes, o serviço vem pré-instalado no Chromecast e até em modelos de Smart TVs das principais fabricantes, incluindo Toshiba, Samsung, LG, Panasonic e Philips.

FACILIDADE DE USO

Talvez essa seja a principal diferença entre os cinco serviços de streaming. Claro, se você já estiver acostumado com algum desses aplicativos, fica ainda mais difícil escolher outro – mas não custa experimentar. 

O Apple Music parece o mais complexo de todos (um ponto fraco na principal novidade do segmento). Ao abrir o app pela primeira vez, é preciso informar seus gêneros e artistas favoritos por um sistema de bolhas. Se aparecer algo que você não gosta, basta pressionar e segurar aquela bolha até ela estourar e desaparecer. São tantos recursos no Apple Musica que a navegação fica um pouco complicada. Na barra inferior há cinco ícones: “Para você”, “Novo”, “Rádio”, “Connect” e “Músicas”. O primeiro mostra sugestões de artistas e músicas de acordo com os gêneros que indicou no início. No seguinte estão as novidades gerais e também por gênero. O link do meio mostra rádios de acordo com gêneros (basicamente listas de reprodução); o Connect abre uma espécie de rede social que os artistas podem usar para divulgar novidades. Por último, na área de Músicas está o antigo player do sistema operacional, onde estão suas música antigas. 

No Google Play, a maior parte da navegação é feita por um menu deslizante. No menu principal, você encontra opções para visualizar sua biblioteca, escutar o rádio e explorar outros conteúdos. Ao melhor estilo Google, tudo é baseado em cartões. Simples e fácil de utilizar; bem mais simples do que o Apple Music para um usuário de primeira viagem. 

Agora, do ponto de vista de facilidade de uso, Deezer e Spotify são os que mais nos agradaram. O Rdio tem uma interface simples também, porém menos intuitiva. Em relação aos recursos, eles são mais ou menos os mesmos. Em todos os aplicativos você pode procurar por uma música, álbum ou artista. A navegação é bem fácil. 

Outro recurso bacana presente nessas últimas três plataformas é a possibilidade de montar estações de rádio a partir de uma música ou artista. A partir daí, os serviÁos exibem outras faixas que tenham a ver com a escolhida. … bem legal para uma trilha sonora que pede um som ambiente ou uma festa, por exemplo. 

Resumindo, com qualquer um desses serviços, música não vai faltar no seu dia a dia. Claro, se você já for um usuário da Apple, experimente o novo Apple Music. Agora se quiser algo simples de usar e bastante completo, dê uma chance ao Spotify, Deezer ou Rdio. O Google Play, só pagando…mas de repente também pode agradar se você quiser colecionar um arcevo comprado e disponível na nuvem para tocar na hora que bem entender.

Agora é com você! Já experimentou algum desses serviços? Quais suas opiniões, dicas e até críticas relacionadas ao aplicativos que você conhece. E, se ainda estava na dúvida, conseguiu escolher? Conta pra gente qual serviço de streaming de música você pretende usar primeiro. Só não vale ficar de fora…baixar MP3, carregar cases cheios de CDs…é coisa do passado!

domingo, 19 de julho de 2015

Entenda as diferenças das tecnologias que levam a internet até você.

Você sabe como a internet chega até sua casa; literalmente? As operadoras usam diferentes tecnologias para levar o sinal até você. E por mais que pouquíssima gente saiba, essas técnicas apresentam diferença na qualidade e até certas limitações na transmissão de dados.
Três tipos de cabos podem ser utilizados para nos conectar às redes das operadoras: o par trançado (o velho e simples fio telefônico), os cabos coaxiais (o mesmo usado nas conexões de TV a cabo) e a fibra óptica. São todos meios físicos para levar os dados de uma ponta à outra.
Existem também técnicas sem fio para a mesma função e que, inclusive, já foram testadas. Aliás, a “última milha”, como é denominada a forma que qualquer operadora leva o sinal de internet até a casa do usuário, é um discussão bastante antiga. Cada operadora tem sua própria oferta de serviço. A grande vantagem de usar rádios transmissores sem fios nessa última milha é que não há investimento em infraestrutura – para ser mais preciso, não é necessário passar o cabo até a casa de cada um dos assinantes.
Por outro lado, a principal diferença entre as transmissões cabeadas e as sem fio está ligada à interferência.
O cabo de par trançado é constituído por dois filamentos isolados de cobre torcidos. Normalmente, vários fios de par trançados são agrupados e fechados em um revestimento protetor para formar um cabo. O cabo de par trançado é o mais popular entre os três; consequentemente é o mais barato também. No par trançado, a técnica mais utilizada é a ADSL – um padrão antigo, que aproveita a infraestrutura da telefonia fixa para a internet.
Um nível acima está o cabo coaxial; muita gente conhece este cabo branco utilizado nas conexões de TV por assinatura – ele também é usado para levar sinal da internet. O coaxial é um cabo feito por um fio central de cobre que transmite o sinal cercado por uma malha isolante; uma espécie de blindagem. Essa proteção externa protege os dados transmitidos, absorvendo possíveis interferências.
Com esse tipo de cabo, a lógica é simples: quem mora perto da central de distribuição tem mais velocidade. Quem mora longe, menos.
A fibra óptica, como você já imagina, é o topo desta pirâmide. Este tipo de cabo transporta sinais de dados na forma de pulsos modulados de luz. É um dos melhores meios para transportar dados porque oferece altíssimas velocidades e grande capacidade.
A fibra óptica já é bastante utilizada pelas operadoras nas conexões entre seu ponto central e outras centrais espalhadas pelas cidades; depois, na tal “última milha”, muitas optam pelos cabos de par trançado ou coaxiais, mas já tem operadora oferecendo conexão de fibra óptica até a casa do usuário. No entanto é um serviço bastante restrito, disponível somente em grandes capitais e ainda assim em alguns bairros selecionados.
A gente já começa a ouvir falar de conexões de internet de 1 gigabit de velocidade. É o caso das conexões que o Google oferece em algumas cidades americanas. Para alcançar essa velocidade, a fibra óptica chegando até a casa do usuário é, sem dúvida, a melhor opção. No Brasil ainda não temos conexões tão rápidas assim sendo entregues a consumidores finais. Mas, é questão de tempo. Ou seja, a fibra óptica chegando a sua casa é mesmo o futuro da internet. Só não dá para saber quando esse futuro vai mesmo chegar.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

5G: tudo que já sabemos e que você precisa saber.

Ainda é cedo, mas a data está definida. Recentemente, a União Internacional de Telecomunicações, um órgão da ONU, definiu que a quinta geração da internet móvel precisa ter um padrão comercializável até 2020; daqui a cinco anos. A primeira reunião oficial para definir os padrões do 5G está agendada para o dia 15 de setembro no 3GPP, órgão que padroniza as tecnologias de comunicação móvel. Nesses próximos cinco anos, a indústria deve investir quatro trilhões de dólares na tecnologia – Coreia do Sul, Estados Unidos, Europa e Japão estão à frente dessas pesquisas.
Mesmo antes de ter um padrão definido, o 5G já é bastante promissor e deve definitivamente transformar a Terra em um planeta conectado. Parece exagero, mas daqui a pouco você vai concordar. O 3G e o 4G também são padrões de banda larga móvel; a diferença é que até hoje o alvo dessas conexão eram basicamente nós, seres humanos. Agora este cenário começa a mudar; especialmente com a chegada de vez da “Internet das Coisas”. Com o 5G, a ideia é criar uma rede capaz de oferecer cobertura confiável a bilhões de dispositivos: a previsão é que tenhamos 665 bilhões de dispositivos conectados nos próximos cinco anos.
As principais diferenças do 5G em relação ao 4G estão relacionadas à escalabilidade, disponibilidade, latência e, claro, velocidade. Testes mostram que o 5G terá capacidade de transmitir dados a até 20 gigabits por segundo; velocidade suficiente para baixar um filme em altíssima definição em poucos segundos. Para você ter uma ideia, hoje, a conexão de internet mais rápida oferecida aos consumidores brasileiros é de 500 giga. Não é nem 10% da velocidade que 5G vai trazer para nossos smartphones. No início do ano, em Barcelona, na Mobile World Congress – o maior evento de mobilidade do mundo – vimos pela primeira vez testes com velocidade de até 10 gigabits por segundo.
Mas especialistas afirmam que não vamos ter que esperar tanto para ter altíssimas velocidades de conexão nos nossos dispositivos móveis. O 4G está evoluindo e deve, em breve, atingir o patamar de 450 megabits por segundo e, em um futuro não muito distante, chegar à casa do 1 gigabit por segundo.
Além de uma capacidade de alcance e cobertura superior ao 4G, as novas estruturas do 5G devem permitir atingir latência de apenas um milissegundo. Traduzindo: latência é, grosso modo, o tempo entre você clicar em algo no seu smartphone, esse comando chegar a um servidor e a resposta desse servidor chegar de volta para você. Com uma latência tão baixa, vamos ter respostas imediatas em equipamentos conectados; algo fundamental para, por exemplo, os carros autônomos...
A arquitetura da rede do 5G terá algumas peculiaridades para poder oferecer total disponibilidade e cobertura.
E o Brasil, como fica nessa história? Para aproveitar a nova tecnologia é preciso se antecipar – o que, todos nós sabemos, não é muito típico por aqui. Mas sabendo que o 5G chegará em 2020 e trará outra realidade para os seres humanos e até um novo cenário para a economia, teríamos que começar a nos preparar a partir de hoje. Discutir regulamentação, licenças, equipamentos e tudo que envolve o 5G. As previsões são otimistas. Ainda que o Brasil tenha um atraso em relação à disponibilidade e adoção do 4G; por outro lado, esse atraso já é menor do que foi na época do 3G.
A gente vai continuar acompanhando de perto e trazendo sempre as informações em primeira mão pra você. Se você quiser ver os testes 5G que acompanhamos em Barcelona, separamos o link logo abaixo do vídeo desta matéria. Ah, aproveite também para conhecer uma outra tecnologia que promete revolucionar as telecomunicações e trazer estabilidade e velocidade de fibra óptica para os dispositivos móveis muito antes de 2020. Acesse e saiba do que se trata a "pCell".

sábado, 22 de novembro de 2014

Jovens inovadores: Conheça Eduardo Bontempo


Download da semana: Speccy

Empresas Digitais 1: como o computador mudou as empresas.


Um computador em cada casa. Às vezes mais de um. Se contarmos os tablets e smartphones como tipos de computadores, a conta fica ainda maior. E essa é uma tendência que ainda vai se intensificar.
Um dos setores que mais se beneficiou dessa mudança foi, a princípio, o financeiro. Para bancos e instituições que lidam com dinheiro, a chegada dos computadores alterou rapidamente o modo como os capitais circulavam. A partir dessas primeiras experiências, um mundo novo de possibilidades se abriu. Uma das mais interessantes foi a de controlar todos os processos de uma empresa a partir de um software único. Ou seja, os computadores deixaram de ser uma ferramenta na ponta, para se tornarem parte da própria administração dos negócios.

OD no Vale do Silício: por dentro do maior polo mundial de tecnologia.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Download da semana: XYplorer Free.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Relembre a CES e a Campus Party 2013.

sábado, 6 de setembro de 2014

Conheça o Oculus Rift Oculus Rift, que promete revolucionar os videogames.

Claro, como qualquer teste, o objetivo é tentar passar nossas primeiras impressões, mas é difícil descrever; talvez essas imagens deem uma ideia do que o pessoal sentiu ao dar uma volta na montanha russa virtual usando o Rift.
Clipe com imagens divertidas de todos experimentando o óculos; inclusive com sobe som e detalhes. Dá pra fazer algo bem divertido, principalmente com os gritos da Stephanie e da Aline...e pegar um depoimento rápido de cada um.
Assim dá pra ter uma ideia melhor de quão profunda é a experiência. A sensação de imersão em outro mundo é muito interessante. Este modelo ainda é a versão para desenvolvedores, que o Ericsson e o Marcel trouxeram pra gente experimentar. Eles adquiriram o Rift por acreditar no potencial do dispositivo e já começaram a planejar aplicações interessantes para os óculos.
"Tem algumas pessoas desenvolvendo games e outras aplicações para ele. Nós estamos trabalhando em passeios virtuais, em casas, ou qualquer lugar que o cliente quiser. Mas também trabalhamos com jogos”, conta Marcel Vosylius, sócio-diretor da 8E7.
Interessante também é que o potencial do Rift vai além do entretenimento; o Rift já está sendo explorado por outros setores como educação, saúde, mercado imobiliário e outros.
"Conversamos muito com psicólogos sobre o auxílio no tratamento de fobias. Afinal, o tratamento trabalha com exposição a situação", explica Ericsson Santos, sócio-diretor da 8E7.
"Ele funciona com jogos específicos, mas também com jogos que já estão no mercado. Você consegue jogar e a sensação é muito bacana”, diz Ericsson Santos, sócio-diretor da 8E7..