quinta-feira, 19 de junho de 2014

Lojas saem da internet para invadir o mundo real

"Sem dúvida para muita gente, quando a pessoa tem um local físico onde é possível conversar cara a cara, isso passa mais confiança. Principalmente para o consumidor mais conservador como o brasileiro, que ainda está entrando no comércio online. A pessoa pensa que é mais fácil comprar online, mas se precisar conversar com alguém, é só aparecer na loja física", diz Cataldi.

Resolução 4K faz diferença para o olho humano?


Parece que o “Full HD” está virando coisa do passado; a tecnologia evolui rápido e atualmente só se fala em “Ultra HD”, 4K... No início do ano, na CES – a maior feira de tecnologia do mundo –, em Las Vegas, acompanhamos dezenas de lançamentos 4K (o que aponta essa fortíssima tendência). Mas então surgiu uma dúvida: qual é o limite da nossa visão para telas com resolução cada vez maior?
O “4K” (ou Ultra HD) tem resolução de 8,3 megapixels, quatro vezes mais que o Full HD. Segundo o doutor Paulo Schor, oftalmologista da Unifesp, a relação entre o olho humano e as telas de alta resolução é muito pequena. Mas ainda assim, alguns parâmetros podem medir mais ou menos quanto a gente enxerga. O primeiro fator é a capacidade de discriminação entre dois pontos; é o chamado mínimo ângulo de resolução visual. Um segundo fator é a luminosidade mínima captada pelo olho humano. E, mais do que isso, é preciso levar em conta o campo visual que nós temos.
Um bom exemplo para entender essas variáveis é imaginar duas estrelas no céu. Se elas estiverem muito próximas uma da outra, a gente só vê um borrão. Para enxergar as duas é preciso que elas atendam àquele ângulo mínimo de resolução visual. Se o brilho dessas estrelas for muito fraquinho, a gente também não vai enxergar por mais afastadas que elas estejam... E, por último, essas estrelas precisam estar no nosso campo visual – parece óbvio, mas para enxergá-las, precisamos estar olhando para elas.
Com base nesses dados foi possível calcular a resolução do olho humano. Considerando nosso ângulo de visão de 120 graus, chegou-se ao valor de 576 megapixels – esta seria a resolução máxima que poderíamos enxergar. Mas, de novo, olho não pode ser simplesmente comparado com uma tela.
"A definição é uma parte muito inicial na importância da imagem. Ela é importante, mas tem uma importância de 25%, 1/4 da nossa visão vem da quantidade de células que a gente tem na nossa fóvea, que é uma parte muito pequenina da nossa retina", explica Schor.
Se nossa visão fosse baseada apenas pelos olhos, seria fácil. Mas além de ter dois olhos e poder movê-los ao redor da cena, nosso cérebro é poderoso para combinar os sinais, entender profundidade e montar uma imagem com resolução ainda maior do que é possível com o número de fotorreceptores da nossa retina.
"A gente não precisa ter mais resolução para ter uma experiência visual melhor. A gente provavelmente já chegou no limite de resolução que vai fazer algum sentido para o nosso olho", continua o oftalmologista.
Será que o 4K é o limite? Se pararmos pra pensar, na distância que assistimos TV ou mesmo assistimos a um filme no cinema, talvez faça sentido. Afinal, telas com resolução superior a 4K, como é o caso do 8K (que já existe), só conseguimos notar diferença na qualidade da imagem quando nos aproximamos bastante da tela. E aí, assistir ao conteúdo que seja assim, colado na tela, não faz muito sentido.

A internet brasileira vai muito bem, apesar dos desafios, diz pioneiro da web


A história de Demi Getschko se mistura com a da internet. Nos idos de 1980, o engenheiro brasileiro já estava envolvido com o desenvolvimento das redes acadêmicas que abririam caminho para a web que conhecemos hoje. "Trocar e-mail era uma maravilha naquela época", recorda.

Os estudos à frente da implementacão e consequente popularizacão do digital no Brasil lhe renderam a alcunha de pioneiro no setor. Na semana passada, o título foi endossado mundialmente: Getschko tornou-se o primeiro brasileiro a compor o Hall da Fama da Internet.

Na entrevista acima o engenheiro, que é diretor do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto Br (NIC.br) e conselheiro do Comitê Gestor da Internet do Brasil (CGI.br), conversa sobre passado e futuro. Recorda as primeiras conquistas no ambiente online, defende o polêmico Marco Civil da Internet e sugere o que precisa ser feito para ampliar o acesso à rede.

Saiba como a eletricidade sem fio pode mudar nossas vidas


A infinidade de fios plugados nas tomadas que nos cercam por todos os lados estão com os dias contados! Uma nova tecnologia que promete distribuir energia elétrica sem a necessidade de fios já é realidade e está prestes a fazer parte do nosso dia a dia.

A ideia surgiu em 2002, quando um físico do Instituto de Tecnologia de Massachussets acordou no meio da noite incomodado com os “bips” do celular que acusava bateria fraca. Olhando ao redor, ele viu algumas tomadas a poucos centímetros de distância, mas sem qualquer disposição para levantar da cama e procurar um carregador. Foi a partir dessa noite mal dormida que o físico resolveu ampliar sua pesquisa sobre ressonância magnética para criar um sistema de transmissão de eletricidade sem fios.

O brasileiro André Kurs é um dos idealizadores do projeto. Há 13 anos, ele mudou para os Estados Unidos para estudar no MIT e fez parte da pesquisa original do projeto desde o início. Hoje ele é um dos fundadores da WiTricity, a startup que desenvolveu e aperfeiçoou a tecnologia.

Em poucas palavras, a tecnologia transfere energia elétrica através de campos magnéticos que oscilam a altas frequências que variam de 100 mil a 10 milhões de vezes por segundo, dependendo da aplicação. O sistema funciona com duas bobinas: a primeira serve como fonte da eletricidade, enquanto a segunda capta a energia transmitida. O alcance do campo magnético varia conforme o tamanho das bobinas. Em uma aplicação para carregar o celular alcançaria pelo menos meio metro de distância.

"Nós tivemos que otimizar a estrutura dessas bobinas e a tecnologia funciona a distâncias proporcionais aos tamanhos das bobinas", diz Kurs.
Há aproximadamente 100 anos, o engenheiro croata Nikola Tesla pesquisou bastante sobre a transmissão de eletricidade sem fio. Mas a estratégia, segundo o pessoal da WiTricity, era bem diferente – claro, a tecnologia também. Resumo da ópera: o projeto de Tesla ficou esquecido por boa parte do último século.
A novidade anunciada pela startup pode representar uma verdadeira revolução no mundo da eletrônica. Nos últimos anos de pesquisa e desenvolvimento, eles diminuíram bastante o tamanho do sistema para poder embarcá-lo em dispositivos móveis como smartphones, tablets e notebooks. A tecnologia de alimentação sem fio também já foi testada em TVs e até carros elétricos. Aliás, indo um pouquinho mais longe, a tecnologia poderia possibilitar a construção de uma estrada cheia de ressonadores para carregar carros elétricos em movimento. Já pensou?!

O que reforça a hipótese são os parceiros da startup; que prometem mais novidades em breve. A Toyota, por exemplo, anunciou recentemente que vai integrar a tecnologia no modelo híbrido Prius a partir de 2015. Para integrar sua tecnologia em outros produtos, a WiTricity também trabalha com outras grandes montadoras como Audi e Mitsubishi e até com grandes empresas de tecnologia como a Intel e a Foxconn, empresa de Taiwan que fabrica praticamente todos os produtos da Apple.

Agora, será que tudo isso é seguro? Os inventores da transmissão de energia elétrica wireless garantem que seus produtos seguem normas e regulamentos internacionais que determinam limites sobre o grau de radiação que um ser humano pode ser exposto.

"Nós estamos muito abaixo dos limites de segurança. São os mesmos limites que fabricantes de celulares tem de obedecer. Segundo as normas aceitas internacionalmente, o sistema é seguro", diz o fundador da WiTricity.

Mais do que isso, a eficiência energética da tecnologia sem fio da WiTricity é de 90% em casos de alto nível de energia – como é o caso do carro elétrico. E no caso de um smartphone, por exemplo, essa eficiência cai um pouco, mas ainda assim fica na casa dos 80%. Ou seja, o consumo de energia pela tecnologia sem fio é um pouco maior, mas nada que pese muito no bolso. E se pensarmos no fim dos fios...essa equação se fecha facilmente.

Bom, como dissemos, o grande desafio agora é incorporar a tecnologia aos produtos do nosso cotidiano. Mas se crescemos e vivemos acostumados – e às vezes até chateados – com tantos fios, talvez as próximas gerações nunca mais tenham que plugar mais nada na tomada.

"Nosso sonho é nunca mais ter que recarregar nenhum aparelho seu. Você pode deixá-lo em cima da mesa, ou no bolso, mas nunca mais ter que pensar em colocar algo na tomada", completa André Kurs.

Veja como é ter internet 'ultrarrápida' à disposição


Internet instantânea! Talvez esse seja o sonho de todo internauta: clicar e nunca ter de esperar – independente do conteúdo. As operadoras de internet começam a oferecer pacotes com velocidades cada vez maiores. Em São Paulo, três empresas já disponibilizam para o usuário doméstico e corporativo a chamada internet “ultrarrápida”, que vai além dos 100 megabits por segundo. As conexões são feitas em fibra ótica; inclusive a última milha – até a casa ou empresa do cliente.
"É bm mais rápido, muito mais funcional, você não perde tempo", conta Felipe Enrique de Andrade, designer da empresa.
"Em sites como o YouTube, antes eu clicava e esperava um pouquinho para começar a assistir; hoje eu clico e o vídeo já começa a tocar direto, é de imediato", relata ele.
"Quando eu estou na casa dos meus pais, que têm uma velocidade contratada bem mais baixa - acho que 2 megabits - eu realmente não consigo usar. Eu não tenho mais paciência pra ficar assistindo ou consumir algum conteúdo na casa deles", comenta.

terça-feira, 17 de junho de 2014

Em 'Fifa 15', jogadores têm emoções e reclamam de gol perdido.

Nova tecnologia modula mais de 600 reações dos atletas a fatos da partida.
Desgaste do gramado ao longo do jogo é outro destaque do game.
A palavra da vez para os games de futebol "Fifa" é emoção. Isso porque a principal novidade de "Fifa 15" é uma tecnologia que processa em tempo real as expressões faciais e atitudes dos 22 jogadores em campo diante dos fatos da partida.
Durante a feira E3 2014, testamos o novo "Fifa 15" e sentir essa e outras mudanças do game, como o desgaste dos gramados.
(Nesta semana, acompanhamos diretamente de Los Angeles (EUA) os acontecimentos da E3. Siga nossa cobertura em Tempo Real e acesse as últimas notícias, as fotos exclusivas e apágina especial da E3 2014.)
Chamada de inteligência emocional, a principal carta na manga de "Fifa 15" registra todos os acontecimentos das partidas, como gols e carrinhos, e modula as opiniões dos atletas virtuais com base nisso. Se você erra uma tentativa clara de tento, por exemplo, um companheiro de equipe irá incentivá-lo. Mas basta colocar mais duas bolas para fora e ele irá perder a paciência e reclamar do gol perdido.
Em entrevista, o produtor sênior de "Fifa 15" Aaron McHardy disse que o objetivo do novo recurso é "contar a história de cada jogo" a partir das diferentes reações dos jogadores, sejam elas de felicidade ou de descontentamento. De acordo com a Electronic Arts, são mais de 600 expressões emocionais ao todo. Veja algumas ao lado.
"Você quer sentir essa diferença. Quando você joga uma partida de futebol, ela é única, e você pode compartilhar com seus amigos como ela aconteceu. Você se conecta emocionalmente àquilo", explica McHardy. "Queremos ser capazes de transmitir isso em 'Fifa'. Que você tenha apego à partida que acabou de jogar e consiga comunicar isso".
McHardy conta ainda que a inteligência emocional de "Fifa 15" não se limita a uma partida e pode influenciar (e ser influenciada) pelo desempenho da equipe na temporada. "Os jogadores vão saber que estão disputando uma final e que o resultado é a conquista daquele desafio. Queremos contar a história de gols decisivos, como o de Luis Suárez (jogador uruguaio do Liverpool) há dois anos contra o QPR".
Essa melhoria na atmosfera se soma a várias outras mudanças discretas de "Fifa 15" que, juntas, contribuem para uma experiência mais autêntica. Os jogadores possuem um formato mais atlético e menos "quadradão", uma crítica antiga à série. Os postes do gol tremem quando uma bola pega na trave, e agora até a bandeirinha de escanteio é animada.
No entanto, no aspecto gráfico, a novidade que mais chama atenção é a degradação do gramado. As pegadas dos jogadores desgastam o campo em tempo real, fazendo também com que os uniformes se sujem de terra e de grama.
"Fifa 15" será lançado em 26 de setembro nos Estados Unidos para Xbox 360, Xbox One, PlayStation 3, PlayStation 4 e PC. Essa é a primeira versão para computadores que usa o mesmo motor gráfico dos videogames de nova geração.

Entenda por que o 3G brasileiro é tão ruim

"A infraestrutura não acompanhou. Há um gargalo nas operadoras, não só nesta questão de volume de ERBs. Se você considerar que a AT&T, nos EUA, sozinha, tem mais ERBs do que as cinco maiores operadoras brasileiras numa área geográfica parecida, notamos que há carência", afirma João Lopes Neto, dir. operações / BFT Telecomn.
"Uma lei de antenas únicas está parada no Congresso Nacional. Hoje, uma licença para conseguir uma ERB leva de 12 a 18 meses. Então, além da demora da operadora em agir, o prórpio Estado cria barreiras para instação das ERBs", completa João Lopes Neto, dir. operações / BFT Telecom.
"Existem duas maneiras de resolver: uma, que é a principal, é partir para uma tecnologia de maior capacidade. A outra, que está ligada à melhoria da cobertura, são estas soluções de células menores. Por exemplo, a única maneira de garantir que um monte de usuários em um estádio da Copa possa navegar durante o jogo é tendo um esquema de antenas distribuídas e compartilhadas que aumentem muito a capacidade. Se você tiver só uma torre, não consegue atender nem 10% do tráfego", analisa Eduardo Tude, presidente / Teleco.
"Nos Estados Unidos, a gente não suporta serviços ruins. Os brasileiros são muito mais tolerantes com a má qualidade do serviço", afirma Kamran Kashi, CEO / Gladiator Innovations.
"Não é que o 3G não funcione; em certos momentos, ele é inexistente. Então não dá para confiar no 3G, inclusive em casa, onde é sempre bom estar com o wi-fi ligado. Quando você está fora do Brasil, percebe que a gente infelizmente se nivela por baixo e aceita com tranquilidade um nível baixo. Acho que a primeira coisa que tinha que acontecer no Brasil é a reclamação", afirma Josef Prado, analista seg. informação.

"Vai levar um tempo para chegar naquela situação onde nós queremos, de ter tudo no celular numa velocidade agradável e satisfatória", diz Tude.

Resta torcer para que a burocracia facilite o lado das operadoras e estas façam seu papel, quem sabe assim a gente tenha um 4G um pouco menos “manco” do que o legado que o 3G deixou para os brasileiros...

Teste avalia os principais antivírus gratuitos


Para o Laboratório de Antivírus gratuitos 2014, fizemos um levantamento dos serviços mais
citados em fóruns e redes sociais. São eles: AVG, AVIRA, AVAST, COMODO e BITDEFENDER, vamos ver como os favoritos se saíram na nossa bancada de testes. Como sempre, fizemos uma análise individual para testar suas características, vantagens e desvantagens. Confiram agora quais os prós e contras de cada aplicativo de segurança.

A pergunta a ser respondida é a seguinte: Dos cinco antivírus analisados pela nossa equipe , qual a melhor escolha para utilizar no meu computador pessoal?
DESCRIÇÃO / CONSIDERAÇÕES

Para a realização desse trabalho entramos no site dos fabricantes e baixamos a versão da
solução de ANTIVIRUS disponibilizada para utilização gratuita no seu computador pessoal, em
casa. Trata-se da solução mais simples de antivírus, onde algumas ferramentas somente são
acessadas comprando-se uma versão premium do aplicativo.

Utilizamos nos testes as versões baixadas no site dos fabricantes em 13/04/2014 e
atualizadas até a data do teste.

Todas as soluções testadas possuíam a função de análise Real Time (em tempo real), que
é uma grande diferença de algumas soluções gratuitas que oferecem apenas a varredura sob
demanda. Também oferecem varredura com base local, não 100% nuvem como outras soluções
gratuitas que têm ganhado espaço.

Importante lembrar que as versões gratuitas, em sua maioria, possuem um contrato de
utilização que garantem a gratuidade apenas para uso pessoal e/ou escolar, não sendo permitido
seu uso para fins comerciais, lembre-se de consultar os termos do contrato antes de adotá-las em sua empresa.

Como de costume, também consultamos empresas e organizações responsáveis pela
avaliação independente de ferramentas de segurança e instituições que fornecem ferramentas
para testar as soluções antivírus como a SPYCAR, EICAR, AV-COMPARATIVE, AV-TEST, ICSALab, VirusSign, entre outras.

Além disso, foi utilizada uma coleção particular de vírus e sites com pragas virtuais atualizadas, além de variações como sites de phishing listados em entidades especializadas em coleta e divulgação de sites maliciosos. Isso tudo para termos um teste prático de contaminação e remoção, e para podermos verificar o desempenho e o consumo de recursos de cada solução. 
Lembramos, como sempre, que este teste oferece apenas uma posição atual de cada
antivírus, porém, na escolha de uma solução de proteção contra malwares, a capacidade de
remoção de pragas é apenas um dos fatores de importância. Os critérios de avaliação você já
conhece, mantemos os mesmos dos testes anteriores do Laboratório Digital.

Muitos usuários dizem que essa ou aquela solução não serve, porque achou vírus com
outro aplicativo, etc. isso tudo depende muito das configurações feitas em cada aplicativo, do
conhecimento técnico do usuário de modificar as configurações recomendadas, para que a solução opere com mais ou menos segurança, com mais ou menos performance, no geral, em termos de detecção e remoção, todas ficam muito próximos e perdem por pouco umas das outras. Por esse motivo que na nossa avaliação, esse quesito é apenas mais um critério dentre todos os demais.

As suas escolhas para este Laboratório Digital foram:

- AVG Antivirus Free
- Avast! Free AntiVirus
- Avira Free Antivirus
- Bitdefender Antivirus Free Edition
- Comodo Antivirus Free
3 – ROADMAP DOS TESTES EXECUTADOS

3.1 Eficácia

Neste requisito analisamos a eficácia do Antivírus em dois pontos, sendo um na “detecção de
malwares” e o outro na “remoção dos malwares”, os testes das organizações citadas são utilizadas como balizadores para compor esta nota.

3.2 Desempenho

Nesse item analisamos o tempo de duração de uma verificação completa (scan) do Antivírus, além
da performance “percebida” do usuário ao continuar utilizando seus aplicativos enquanto o
antivírus executa uma verificação rápida, além disso, medimos o acréscimo de tempo no boot do
PC. Os testes das organizações citadas são utilizadas como balizadores para compor este nota.
3.3 Consumo de Recursos

Foi realizada a análise do consumo de hardware do computador, como “Memória”, “Processador”,
I/O, e em como ele lida com as novas tecnologias de consumo por demanda. Também foram
utilizadas ferramentas de benchmark conhecidas para pontuar o equipamento sem o AntiVirus e
após a instalação do AntiVirus para termos uma medida de impacto do software no computador.

3.4 Interface

Analisamos se o Antivírus dispõe de uma interface intuitiva, facilitando ao máximo a vida do
usuário no processo de download, instalação, configuração, atualização, execução e configurações básicas do software. Usuários de todos os níveis, voluntários, nos auxiliam na definição desta métrica.
3.5 Aplicações adicionais

A maioria dos desenvolvedores (fabricantes) oferecem, na sua solução gratuita, um aplicativo mais simples com antivírus e antispyware e deixam alguns recursos mais avançados para a versão paga. Contudo, mesmo nas versões gratuitas, o número e tipo de ferramentas adicionais de cada solução variam muito entre cada produto analisado. Neste quesito, nossa base é o que todos oferecem como padrão e pontuamos os itens que julgamos importantes como módulos de segurança específicos para e-mail e Internet. Também pontuamos os aplicativos adicionais, como otimizadores de performance, plug-ins de segurança para navegação, bloqueio de sites, anti-rootkits, anti-scripts, execução protegida de aplicativos, entre outros.

3.6 Instale & Use

Neste item, daremos nota para a facilidade que um usuário comum, sem maiores conhecimentos em tecnologia, terá para fazer o download, registrar o software, entender o “tecniquês” utilizado no aplicativo durante e após a instalação, e utilização do antivírus para uma varredura no computador. Verificaremos qual solução apresenta as configurações da instalação típica mais completa para um usuário comum.
4 – AVALIAÇÃO INDIVIDUAL

4.1 Eficácia

Cada vez mais as soluções de antivírus ficam próximas nos testes, demonstrando alto grau de
maturidade quando o assunto é segurança contra pragas virtuais. Nos nossos testes, a solução da  Bitdefender ofereceu melhores resultados, seguida muito de perto pelas soluções da AVG e Avira;

O Avast e o Comodo também não fizeram feio, mas não alcançaram os primeiros. Todas as
soluções testadas tiveram alta taxa de eficácia na remoção de malwares, na varredura do sistema
e na proteção em tempo real.
4.2 Desempenho

Neste quesito o destaque foi para a solução da Avast!, com um bom tempo de escaneamento e
garantindo melhor desempenho do PC enquanto o usuário continua a utilizar seus aplicativos
mesmo enquanto o antivírus faz suas verificações rápidas, atualizações e outras funções
programadas. O Avira garantiu o segundo lugar no ranking de desempenho seguido de perto pelo
AVG. A solução da Bitdefender veio com uma versão muito leve também, mas os outros foram
melhor na percepção de uma solução antivírus no PC. O Comodo surpreendeu negativamente com
uma versão pesada tanto no escaneamento como na performance da máquina durante a
utilização.
4.3 Consumo de Recursos

Neste item o Avira levou a melhor, consumindo menos recurso do PC. O AVG vem seguido
praticamente empatado pelo avast!. Depois temos o Bitdefender, que consumiu menos memória
mas pesou um pouco mais no consumo de outros itens do PC. Comodo ficou bem atrás, mantendo
a imagem de pesado desta versão
4.4 Interface

Pouca novidade neste item, as interfaces apresentam-se com facilitação para Touch e design que
prioriza usabilidade. Quem mudou muito a interface foi o bitdefender, que simplificou todo o
console em três ou quatro opções para o usuário, isso facilita para um perfil de usuário que não
quer ter de interagir com o antivírus, mas perdeu um pouco no item comunicação com o usuário,
que ficou sem opções de configurações e ações no sistema. Neste quesito manteve-se o resultado do nosso ultimo laboratório, o primeiro lugar ficou com o avast! que apresentou uma forma inteligente e simples de acoplar muitas funções e excelente comunicação com o usuário, incluindo Processos, Recursos e TI

O conhecido sistema de sons que “falam” com o usuário. Seguido de perto pela solução AVG, com
interface moderna lembrando o ambiente metro do Windows 8. Na sequencia temos o bitdefender
e por ultimo ficaram Comodo e Avira.
4.5 Aplicações adicionais

Tanto peso de recurso tem seus motivos, o Comodo pesou mais, mas apresentou o melhor
conjunto de funcionalidades adicionais como o Virtual Desktop, opções de execução segura do
Sandbox, Modo Jogos, Browser para navegação segura entre outros itens, deixando-o bem a
frente dos concorrentes. O AVG e avast! seguem empatados no segundo lugar, com proteção ao
e-mail, antiphishing, ferramentas para otimização do sistema, entre outros recursos. Depois temos o Bitdefender com o SafeGo protegendo Facebook e o controle de pais. Por ultimo, com muito pouco recurso adicional próprio, temos o Avira.
4.6 Instale & Use

Este item também é muito importante para o usuário comum, que pretende apenas baixar e utilizar a solução e espera que esteja protegido após clicar algumas vezes nos botões de instalação.

Incorporamos neste item, a facilidade de registro, baixar o software e o processo de compra.
Neste item o Bitdefender sai na frente com um processo muito simples, do download à instalação.
Depois temos o avast! seguido de muito perto pelo AVG, também com um processo fácil. Depois
temos o Avira seguido por ultimo do Comodo, que além do site oficial não trazer versão facilitada
no Português, tem um processo de download e instalação lento.

Alguns antivírus perderam pontos por tentarem instalar softwares adicionais e trazerem botões de funções da versão paga como ATUALIZAR, o que confunde o usuário, pensando em atualização
de vacina e não compra de versão paga.
5 - CONCLUSÃO

Neste laboratório ficou difícil a escolha. Tivemos o AVG e o avast! praticamente empatados.
O AVG levou vantagem nos itens Eficácia, Consumo de Recursos. O avast! leva vantagem em
relação ao AVG nos itens desempenho, interface e Instale&Use. Eles praticamente empatam nos
demais itens. A nossa escolha  neste laboratório ficou com o AVG pelos itens em que ele
levou vantagem serem mais importantes quando relacionados à segurança e ao controle de
malwares.
Em segundo lugar o avast! traz uma solução mais user friendly, sendo mais indicado para
usuários que querem menos propagandas na tela e mais facilidade de comunicação com seu
antivírus e é uma excelente escolha também.

Em terceiro lugar temos a solução da bitdefender que foi o melhor no item eficácia e faz
praticamente tudo sozinho para o usuários, perdeu alguns pontos por não permitir quase nenhuma interação em suas configurações avançadas, o que não é bom para quem precisar de uma ferramenta mais flexível na remoção de certas pragas virtuais, também trazer algumas outras ferramentas adicionais o colocaria em vantagem.

O Avira trouxe quase nenhuma novidade, integra a interface com a firewall do Windows
mas não foi bem nos testes de phishing e oferece quase nenhuma ferramenta adicional na versão
gratuita.

Na lanterna o Comodo com uma versão nova muito pesada, apesar de apresentar e liderar
no quesito Aplicações Adicionais, nesta versão, a composição desempenho x ferramentas não foi
bem adequada nos nossos testes.

Entenda a caça aos celulares piratas iniciada pela Anatel


Está aberta a temporada de caça aos piratas! Ainda em fase experimental, a Agência Nacional de Telecomunicações anunciou o início das operações do Sistema Integrado de Gestão de Aparelhos, que vai rastrear celulares não homologados e coletar informações sobre suas atividades. A ação também vale para outros aparelhos que usem chip, como tablets e até máquinas de cartões de crédito. A partir dessas informações, serão anunciadas as próximas medidas que vão garantir o acesso às redes somente de aparelhos regulamentados pela agência.

Segundo a Anatel, qualquer modelo homologado por ela poderá operar no país, independentemente de onde tenha sido comprado. O problema é dos aparelhos sem validação da agência. E tem muito aparelho nessa situação...

O cerco está sendo financiado pelas operadoras. O pretexto é combater produtos de baixa qualidade, que podem oferecer riscos de segurança aos usuários, como choques e até explosões, além de interferir na comunicação entre aeronaves. Quem usa, vende ou fabrica celulares falsos está sujeito a multa entre 100 e 3 milhões de reais, conforme regulamento da agência. Estima-se que os consumidores compraram cerca de 145 milhões de unidades piratas em 2013 em todo o mundo.

"O consumidor precisa ficar atento e comprar o produto original nas melhores lojas do ramo, nas operadoras, em sites de credibilidade e não comprar em qualquer lugar só pelo preço", diz Márcio Gonçalves, diretor da Intellectual Property Consulting.
Mas, antes que você fique preocupado, saiba que a mesma Anatel ainda não deu previsão para a adoção de medidas mais duras, como o bloqueio permanente de aparelhos; e também ainda não está definido se os piratas já em funcionamento vão ser definitivamente desconectados. Como sempre, os anúncios da agência não são lá muito claros...

"A iniciativa da Anatel é dar tempo para as pessoas que tem um IMEI clonado se regularizarem. Elas serão notificadas pela Anatel e poderão se dirigir a uma loja para comprarem um celular original. Não será em cima da hora ou sem aviso. A pessoa não terá o aparelho cortado imediatamente", afirma Gonçalves.

A identificação de dispositivos não homologados é feita através do IMEI, um número único que identifica cada aparelho. Todo aparelho habilitado possui um número IMEI registrado em um banco de dados. Com base nessas informações, as operadoras podem conferir se as características físicas do aparelho conferem com a descrição no registro e assim verificar sua legitimidade.

Um dos problemas é como separar o joio do trigo. Será que aparelhos comprados legalmente no exterior podem ser bloqueados? Nessa categoria temos alguns aparelhos top de linha, como o HTC One, o Sony Xperia Z, o Nokia Lumia 928, e o Samsung Galaxy S4 Google Edition.

O anúncio chegou a preocupar mesmo quem nunca pensou em comprar qualquer produto falsificado. Em uma viagem ao Canadá, Bruno Zouein Pereira, comprou um HTC One, um dispositivo legítimo, mas que nunca foi lançado no Brasil e, portanto, não é homologado. Isso gerou preocupação, mas é pouco provável que a Anatel vá incomodar os proprietários de aparelhos como o Bruno.

"Existem questões técnicas porque às vezes o celular usa uma banda diferente para funcionar na Europa ou nos EUA, então às vezes o consumidor que compra o produto lá fora pode ter dificuldade de acesso na banda local, mas não é esse o objetivo da Anatel", diz Gonçalves.
Para evitar surpresas, é possível consultar o Sistema de Gestão de Certificação e Homologação, no site da Anatel, e checar se o produto adquirido é homologado. Basta escolher a opção “Consultar produtos homologados/certificados” e, em seguida, informar o nome do fabricante e o modelo que deseja consultar. Pesquisas no sistema podem apontar que o produto se encontra com a homologação suspensa ou cancelada, o que não quer dizer necessariamente que o uso esteja proibido. A suspensão ou o cancelamento podem significar, por exemplo, que o produto teve sua fabricação descontinuada e por isso a homologação não foi renovada

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Conheça os principais serviços gratuitos de armazenamento

Vício em smartphones já tem tratamento no Brasil


A primeira coisa que Michelle faz quando acorda é abrir o Facebook em seu smartphone, que a ajuda a acordar. E não é só o Facebook; ela aproveita também para conferir seus e-mails e dar uma vasculhada nas fotos do Instagram... A relação da Michelle com o smartphone é tanta que o aparelho virou praticamente uma extensão do seu braço. E quando a gente pergunta se ela se acha é dependente do smartphone...
O vício é tamanho que é difícil encontrar uma foto da Michelle que ela não esteja com o celular na mão. Dá só uma olhada: entre as amigas... na praia... e até no dia do seu casamento. Detalhe para sua figura até nos noivinhos do bolo...o celular também estava lá.
O uso compulsivo se estende às dezenas de aplicativos que ela tem no smartphone – além das redes sociais, fazer “check-in” é a primeira coisa que ela faz quando chega em qualquer lugar... acredite, qualquer lugar mesmo. Até no altar: nem no dia mais importante da sua vida ela desgrudou do celular. Em pleno altar, Michelle quebrou o protoloco para ler os votos para o seu marido direto na tela do smartphone...
A Michelle diz não lembrar sequer da última vez que ficou sem bateria. Ela conta que tem carregadores espalhados por todos os cantos da casa, no trabalho e até no carro. Porque se, por acaso, ela ficar sem bateria a coisa fica feia...
"Eu fico desesperada, nervosa e estressada... eu fico brava com a vida. Eu já saí de casa com sapato trocado, mas nunca sem celular", diz Michelle.
Muita gente deve se identificar com a Michelle, não é verdade? Apesar de se considerar uma viciada no smartphone, ela acredita que isso não atrapalha sua vida; nem no trabalho, nem nas relações pessoais. Para ela, o smartphone é uma ferramenta essencial no seu dia a dia.
O problema é que o vício em smartphone já é visto como questão de saúde em muitos lugares do mundo – inclusive aqui no Brasil. O acesso maior ao dispositivo deixa cada vez mais pessoas dependentes do celular.
"É uma situação crescente por conta de um descuido em relação à saúde, como lidar com a ferramenta de uma forma que não seja prejudicial", diz Ana Luiza Mano, psicóloga do Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática da PUC de São Paulo.
Segundo a psicóloga, a facilidade de estar sempre próximo, normalmente no bolso ou na bolsa, é um fator que contribui bastante para o uso compulsivo e impulsivo do smartphone. E as pessoas precisam, antes de mais nada, atentar para esse uso compulsivo se não quiserem adquirir tal vício.
Mas, como saber se você é um viciado em smartphone? A questão é delicada e varia de pessoa para pessoa, mas apenas você mesmo pode se dizer dependente ou não do celular...
"É considerado vício em internet ou smartphone quando a pessoa começa a perder questões do cotidiano, do social, quando ela não quer ir para um lugar onde não há internet, quando a queda da conexão causa muita raiva. Quando começa a afetar a rotina como comer, tomar banho, ir para o trabalho ou escola, ou até mesmo dormir, dá para começar a se preocupar ao uso que você faz", diz a psicóloga.
Se você acha que está exagerando – principalmente nas horas de lazer – o primeiro passo é tentar dosar o uso do smartphone. Ainda assim, reconhecer a dependência não é fácil. Mas quando uma pessoa se descobre viciada, é muito importante que ela procure a ajuda de um profissional.
"O psicólogo pode ajudar a refletir o que há por trás do uso exagerado. Uma pessoa ansiosa que é viciada, ao ter sua ansiedade tratada, o uso naturalmente vai diminuindo. Este é o resultado que nós temos", diz Ana Luiza Mano.
O Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática da PUC de São Paulo oferece orientação psicológica sobre vício em internet e smartphones de graça via e-mail. O serviço é dirigido às pessoas que apresentam dificuldades geradas pelos usos compulsivos ou excêntricos dos smartphones. A procura ainda é baixa: em média, são apenas cinco atendimentos por mês. Mas basta enviar um e-mail relatando seu caso e, em seis semanas, um psicólogo vai te ajudar a entender o motivo do seu vício e até explicar como se livrar dele.
E você, também se considera um viciado em smartphone assim como a Michelle? Precisa de ajuda ou acha que pode controlar a situação? Escreva pra gente e conte seu caso ou de pessoas ao seu redor; participe do nosso fórum. E se você realmente precisar de orientação, o e-mail dos psicólogos da PUC está junto ao texto que acompanha esta matéria no nosso site.

domingo, 15 de junho de 2014

Banda larga popular: será que ela funciona?


Apps para mães ajudam a cuidar dos filhos

"Eu reforço o meu apelo. Ao entrar no Google, observe aqueles rostinhos, preste bastante atenção e pense: 'e se fosse o meu filho?'. Ninguém está livre de passar por uma situação dessas. Se encontrarmos uma pessoa, a iniciativa já valeu a pena", declara Ivanise Silva, presidente da ONG Mães da Sé.

Este é um app não só para mães, mas que pode ajudar a vida de muitas famílias aflitas em todo o Brasil. Se você quiser colaborar e também conhecer todos esses outros aplicativos que sugerimos, o caminho é fácil.