sábado, 16 de agosto de 2014

Confira o que há de mais novo na tecnologia da medicina esportiva


Em busca de uma qualidade de vida cada vez melhor e muitas vezes movidos pelo instinto competitivo, mais e mais pessoas se dedicam a esportes de alto rendimento e até competições. São os atletas amadores, uma categoria que cresce todos os dias a passos largos em todo o mundo. Nosso repórter se encaixa neste grupo e foi conhecer o que a tecnologia traz de interessante e surpreendente para avaliações e tratamentos no país.

O primeiro teste foi dentro de uma cápsula que analisa a composição corporal do atleta. Desenvolvida nos Estados Unidos, há poucas unidades disponíveis no Brasil, mesmo porque custa algo em torno de 400 mil reais por aqui. O sistema é capaz de identificar a porcentagem de gordura e massa magra por determinação de volume e peso. Detalhe: antes de dar início à avaliação, o Cesar – nosso repórter – teve seu peso aferido em uma balança de alta precisão.

"Quando o sujeito senta aqui para ser analisado, ele provoca um deslocamento de ar neste compartimento hermético. E o aparelho tem sensores que consegue detectar o volume de ar deslocado e, portanto, a densidade do corpo", explica a pesquisadora da USP e nutricionista Patrícia Campos.
Usando esses dados, o software do equipamento calcula instantaneamente a densidade corporal. Esta informação é processada e através de algoritmos matemáticos fornecer o percentual de gordura do indivíduo.

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