Em busca de uma qualidade de vida cada vez melhor e muitas vezes movidos pelo instinto competitivo, mais e mais pessoas se dedicam a esportes de alto rendimento e até competições. São os atletas amadores, uma categoria que cresce todos os dias a passos largos em todo o mundo. Nosso repórter se encaixa neste grupo e foi conhecer o que a tecnologia traz de interessante e surpreendente para avaliações e tratamentos no país.
O primeiro teste foi dentro de uma cápsula que analisa a composição corporal do atleta. Desenvolvida nos Estados Unidos, há poucas unidades disponíveis no Brasil, mesmo porque custa algo em torno de 400 mil reais por aqui. O sistema é capaz de identificar a porcentagem de gordura e massa magra por determinação de volume e peso. Detalhe: antes de dar início à avaliação, o Cesar – nosso repórter – teve seu peso aferido em uma balança de alta precisão.
"Quando o sujeito senta aqui para ser analisado, ele provoca um deslocamento de ar neste compartimento hermético. E o aparelho tem sensores que consegue detectar o volume de ar deslocado e, portanto, a densidade do corpo", explica a pesquisadora da USP e nutricionista Patrícia Campos.
Usando esses dados, o software do equipamento calcula instantaneamente a densidade corporal. Esta informação é processada e através de algoritmos matemáticos fornecer o percentual de gordura do indivíduo.
Entenda como funciona: o volume do corpo é determinado por meio do deslocamento de ar dentro da câmara. Essas alterações são determinadas por um sensor oscilante de altíssima sensibilidade embutido no interior do equipamento. Outros sensores de pressão são responsáveis por avaliar este minúsculo deslocamento de ar no interior da câmara. Mas, essas mudanças de pressão são extremamente pequenas. Quem está dentro da cápsula não sente absolutamente nada.
Esta inovadora tecnologia de medição ajuda a melhorar o desempenho, saúde e qualidade de vida tanto do atleta profissional, quanto do amador.
"Esta medida de composição corporal serve para medir, ao longo do tempo, quais são as respostas de um indivíduo a uma intervenção, como uma dieta ou um treino. Dá para avaliar se ele perdeu gordura, ganhou massa magra, ou o contrário, caso ele esteja treinando muito e tenha perdido massa muscular, quando isso não era o desejado", explica a pesquisadora. "Isso facilita a decisão de mudar o treinamento ou a dieta de um indivíduo", completa.
Depois da composição corporal, chegou a vez de uma avaliação cinemática de corrida no laboratório de biomecânica. O teste começou com cerca de 40 marcadores reflexivos colados em pontos estratégicos das articulações do corpo. Ao correr na esteira, câmeras de infravermelho espalhadas por todos os lados captavam os movimentos que eram analisados em tempo real no computador.
"A gente consegue, em três planos, identificar como a articulação lesionada está se comportando durante a corrida e, com seu movimento, caso haja uma alteração. A gente consegue direcionar o tratamento que a pessoa estiver fazendo, com um fortalecimento ou atividade de controle motor", conta a fisioterapeuta Carla Arnoni, do Instituto Vita.
Depois da análise do movimento, esse outro equipamento faz uma baropodometria; uma avaliação que mostra a distribuição do peso corporal na planta do pé. Com o resultado é possível intervir na mecânica da corrida para prevenção ou reabilitação de lesões e ainda diagnosticar a necessidade do uso de palmilhas de correção. Ao pisar sobre a plataforma de força, a pressão aplicada sobre ela é detectada pelos sensores e os sinais elétricos são amplificados e registrados em um software específico que trata e analisa esses dados.
Por último, a avaliação de força. Neste equipamento, a ideia é medir a força máxima da articulação do joelho. Essa análise identifica qualquer desequilíbrio muscular entre os membros. Apesar da robustez do equipamento, aqui a tecnologia de ponta está nos softwares que processam as informações e devolvem os resultados em tempo real inclusive com gráficos para uma melhor avaliação do profissional.
"Os três softwares que nós usamos são utilizados no mundo inteiro. O que muda é o ano de produção do programa, que tem atualizações, e a marca do equipamento" conta a fisioterapeuta.
A tecnologia caminha lado a lado com o esporte; principalmente na prevenção e no tratamento de lesões, que são ainda mais comuns nos atletas amadores, que além de treinar, trabalham todos os dias e levam uma vida bastante agitada. Esses foram exemplos do que há de mais moderno para avaliação física. São aparelhos capazes de oferecer um retrato fiel da composição física de atletas profissionais ou amadores. Mas, é claro que esses são aparelhos caros, e ainda raros no Brasil.
Felizmente, também há tecnologia acessível nessa história. No link logo abaixo do vídeo, você encontra uma outra reportagem com dicas de aparelhos e aplicativos que deixam a corrida de rua ainda mais interessante. Correr na rua pode ser uma das boas atividades físicas à disposição de todo mundo. E se o seu negócio for pedalar, veja como a tecnologia ajuda a preparar sua bike especificamente pra você. Clique e confira.
"Esta medida de composição corporal serve para medir, ao longo do tempo, quais são as respostas de um indivíduo a uma intervenção, como uma dieta ou um treino. Dá para avaliar se ele perdeu gordura, ganhou massa magra, ou o contrário, caso ele esteja treinando muito e tenha perdido massa muscular, quando isso não era o desejado", explica a pesquisadora. "Isso facilita a decisão de mudar o treinamento ou a dieta de um indivíduo", completa.
Depois da composição corporal, chegou a vez de uma avaliação cinemática de corrida no laboratório de biomecânica. O teste começou com cerca de 40 marcadores reflexivos colados em pontos estratégicos das articulações do corpo. Ao correr na esteira, câmeras de infravermelho espalhadas por todos os lados captavam os movimentos que eram analisados em tempo real no computador.
"A gente consegue, em três planos, identificar como a articulação lesionada está se comportando durante a corrida e, com seu movimento, caso haja uma alteração. A gente consegue direcionar o tratamento que a pessoa estiver fazendo, com um fortalecimento ou atividade de controle motor", conta a fisioterapeuta Carla Arnoni, do Instituto Vita.
Depois da análise do movimento, esse outro equipamento faz uma baropodometria; uma avaliação que mostra a distribuição do peso corporal na planta do pé. Com o resultado é possível intervir na mecânica da corrida para prevenção ou reabilitação de lesões e ainda diagnosticar a necessidade do uso de palmilhas de correção. Ao pisar sobre a plataforma de força, a pressão aplicada sobre ela é detectada pelos sensores e os sinais elétricos são amplificados e registrados em um software específico que trata e analisa esses dados.
Por último, a avaliação de força. Neste equipamento, a ideia é medir a força máxima da articulação do joelho. Essa análise identifica qualquer desequilíbrio muscular entre os membros. Apesar da robustez do equipamento, aqui a tecnologia de ponta está nos softwares que processam as informações e devolvem os resultados em tempo real inclusive com gráficos para uma melhor avaliação do profissional.
"Os três softwares que nós usamos são utilizados no mundo inteiro. O que muda é o ano de produção do programa, que tem atualizações, e a marca do equipamento" conta a fisioterapeuta.
A tecnologia caminha lado a lado com o esporte; principalmente na prevenção e no tratamento de lesões, que são ainda mais comuns nos atletas amadores, que além de treinar, trabalham todos os dias e levam uma vida bastante agitada. Esses foram exemplos do que há de mais moderno para avaliação física. São aparelhos capazes de oferecer um retrato fiel da composição física de atletas profissionais ou amadores. Mas, é claro que esses são aparelhos caros, e ainda raros no Brasil.
Felizmente, também há tecnologia acessível nessa história. No link logo abaixo do vídeo, você encontra uma outra reportagem com dicas de aparelhos e aplicativos que deixam a corrida de rua ainda mais interessante. Correr na rua pode ser uma das boas atividades físicas à disposição de todo mundo. E se o seu negócio for pedalar, veja como a tecnologia ajuda a preparar sua bike especificamente pra você. Clique e confira.
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