quarta-feira, 9 de julho de 2014

WhatsApp chega a meio bilhão de usuários no mundo

App atingiu 500 milhões de membros; Facebook possui 1,23 bilhão.
Brasil, Índia, México e Rússia foram os países que puxaram expansão.

O aplicativo de bate-papo WhatsApp chegou a 500 milhões de usuários em todo o mundo, anunciou nesta terça-feira (22) o presidente-executivo da companhia, Jan Koum.
O brasileiros são alguns dos responsáveis pela rápida expansão do app. “Nos últimos meses, nós temos crescido em países como Brasil, Índia, México e Rússia, e nossos usuários já compartilham mais de 700 milhões de fotos e 100 milhões de vídeos todo dia”, afirmou Koum, por meio de comunicado.
Em fevereiro deste ano, o aplicativo foi comprado por US$ 16 bilhões pelo Facebook, em um negócio que pode chegar a US$ 19 bilhões.
Em tom de prenúncio, Mark Zuckerberg, presidente-executivo e cofundador da rede social, afirmou que o negócio bilionário se justificava pelo crescimento do app.
Em quatro anos de funcionamento, o WhatsApp já possui duas vezes o número de usuários que o próprio Facebook tinha com a mesma idade. Hoje, por exemplo, o Facebook possui 1,23 bilhão de usuários.
"Baseado em nossa experiência, acreditamos que o WhatsApp irá passar a marca de 1 bilhão de usuários nos próximos três anos", afirmou.
"De fato, o WhatsApp é o único aplicativo mundial com tanto engajamento e utilizado por tanta gente diariamente além do próprio Facebook", disse Zuckerberg.


segunda-feira, 7 de julho de 2014

Exposição constante a telas ajuda a 'secar' os olhos.

"A realidade de hoje requer que a gente tenha uma atenção visual constante porque estamos conectados o tempo todo e a internet vitou parte do cotidiano, no computador, no tablet e no celular. E quando a atenção visual é exigida, a gente instintivamente e involuntariamente pisca menos", explica Ruth Miyuki, oftalmologista do Hospital das Clínicas.
"A gente vive no ar condicionado e as temperaturas mais altas também dimunem a umidade relativa do ar. Então tudo isso favorece a evaporação da lágrima".
"Um paciente com olho seco começa a ter dificuldade de visão, que pode ficar embaçada, e ele confunde isso com a necessidade de usa óculos. Os sintomas são variados e não característicos: vão desde sensação de areia no olho, ardência, olho vermelho, coçeira...que também podem ser sintomas de alergia.por isso é difícil de se autodiagnosticar. É natural que ela possa ter um pouquinho de olho seco, mas é fundamental ter um conjunto de achados para caracterizar isso", completa Ruth Miyuki.
"A gente recomenda o uso moderado, com intervalos regulares de duas a três horas seguidos de descando das atividades. Não adianta parar o trabalho para ver sa mensagens no celular porque você não está resolvendo o problema", declara Ruth.

Saiba se vale a pena fazer seguro de smartphones

"Muitos amigos já tinham sido roubados e aí você parcela o celular e paga durante o ano todo, sendo que você não o tem mais...então eu resolvi fazer porque achei que o valor compensava. Se eu não tivesse feito, nem daria para comprar outro", conta a radialista Patrícia Ferreira.
"Têm coberturas adicionais para os dados - acidentais ou elétricos", diz Tetradis.
"Necessariamente é preciso ter o rompimento de barreiras. Ou seja, se você estiver na sua casa que de repente foi furtada e teve as portas arrombadas, ou no seu veículo, que teve o vidro quebrado...ou então um armário no escritório que precisou ser arrombado para se chegar ao bem e roubá-lo", diz Tetradis.
"O ressarcimento veio 10 dias depois, e o valor era suficiente para comprar um telefone novo. Então, acabou compensando", diz Patrícia Ferreira.
"Quando aconteceu eu aconselhei os outros a fazerem porque se acontece alguma coisa, você fica sem. Já indiquei para o meu irmão também e todo mundo já está fazendo", completa a radialista.

Entrevista de emprego por vídeo ganha força no Brasil.

"Quando eu tenho essas entrevistas, o nervosismo é sempre quanto à tecnologia; eu testo o Skype e a câmera antes porque quando eu não testei previamente ela não funcionou", conta Otávia.
"O vídeo é a fase eliminatória: se eu não for bem, não chego no olho no olho. Se acostumar a usar vídeo como ferramenta de comunicação, é uma qualidade necessária para um profissional contemporâneo", completa Souto.
"Muitos recrutadores gastam 15 segundos na leitura de um currículo; um vídeocurrículo se estende muito mais, então a praticidade não vai ser a mesma", diz André Ribeiro.
"Em oito minutos, você tem tudo daquela pessoa. Então não tem aquele negócio do "ah, fluente em inglês", mas quando você chama a pessoa, vê que as aparências enganam. É uma entrevista real de emprego. Venha preparado porque se você errar ou gaguejar, vai ficar gravado no filme. Isso não edita candidato, não é uma fábrica", explica Patrícia Russo, CEO da TV.CV.WEB.

domingo, 6 de julho de 2014

Conheça startups brasileiras promissoras

"Usuários como médicos que precisam atender pacientes surdos, dentistas e professores de escola do interior podem aproveitá-lo, apesar de o aplicativo não ser recomendado como substituto para o profissional intérprete de libras. Tem muito professor de escolas do interior, sem recurso, que acaba usando o app para interagir com uma criança surda até para socializar. Se você coloca uma criança surda numa sala cheia de outras ouvintes, isso gera exclusão e falta de socialização que afeta a capacidade de o aluno aprender e ter vontade de ir para a escola", diz João Paulo Oliveira, CEO / ProDeaf .
"Hoje a gente tem uma equipe de 17 pessoas que trabalham integralmente no ProDeaf,  incluindo o pessoal de TI - programadores e especialistas em inteligência artificial e pesquisadores -, pedagogos, intérpretes de libras e, claro, animadores 3D", completa Oliveira.
"A gente desenvolveu uma tecnologia pioneira que permite a surdos intérpretes criar animações de uma forma muito simplificada, sem conhecimento avançado em animação, focada no conhecimento no negócio - que no caso seria a língua de sinais", diz.
"Qualquer empresa que use a nossa solução vai atender a qualquer celular utilizado hoje em dia, sem precisar esperar a próxima onda tecnológica. Nós rodamos em PC, Mac, Linux, Windows Phone, Android...qualquer coisa que tenha um microfone", afirma Carlos Estigarribia, sócio-fundador da NearBytes.
"A gente pega os dados, encripta, transforma-os numa sequência de bites e bytes e gera um som único em cima disso que eu transformei, como se fosse um ruído com todos os dados. Na verdade,  para quem quer entender tecnicamente, o processo se chama modulação de fase da onda para saber o que se está falando. É similar ao dos modens antigos", explica Estigarribia.
"A gente já testou em festas, shows e bares com música. Nós filtramos tudo o que não está na frequência e, com isso, o som já fica bem mais limpo. Depois disso, tem o nosso truque de trabalhar esse som e escutar o que está sendo dito", diz.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Conheça o olho biônico, que custa até US$ 100 mil.

"É um microchip que serve para corrigir problemas da retina, mas não trata outras doenças. Mesmo no caso da retina, é preciso que ela esteja colada no lugar e de um nervo ótico funcionante; então, já há uma limitação para tratar o descolamento da retina dessa forma e aplicar o olho biônico para quem tem glaucoma porque precisamos de regiões intactas", explica Juliana Sallum, prof. afiliada / Unifesp.
"A retina faz a reação visual e manda uma imagem elétrica ao cérebro e quem vai enxergar e interpretar a imagem é o cérebro. Esta prótese vai tentar substituir o fotoreceptor, a primeira célula", diz Juliana.
"O olho biônico que está implantado na França e na Inglaterra ainda usa este sistema que usa uma câmara para fazer a captação da imagem e manda a imagem para dentro do olho por um sistema de telemetria para estimular os eletrodos deste chip de acordo com a imagem", completa a especialista.
"Não é um chip que tem utilidade para reconhecimento fisionômico...ele teria de aumentar a definição para 1.000 pixels pra poder ter esta visão que a gente gostaria de dar para o paciente, de uma forma melhor", diz Juliana.

Laboratório Digital: qual é o melhor GPS?

BATERIA
INTERFACE e USABILIDADE
TRAJETO e NAVEGAÇÃO
TRÂNSITO
EXTRAS
PREÇO
CONCLUSÃO

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Veja o Galaxy S5 em ação

Vamos com tudo para cima do Android, diz gerente do Windows Phone


No último trimestre de 2013, o mercado de sistemas operacionais brasileiro passou por uma reviravolta. O Windows Phone, da Microsoft, deixou o iOS, da Apple, para trás e se tornou o segundo mais popular com 6% de participação, de acordo com a consultoria IDC. Mas a plataforma ainda está muito, muito longe do Android, que domina 88% do setor.  Na entrevista acima, o gerente geral do Windows Phone Brasil, Celso Winik, detalha o plano de expansão, comenta a ultrapassagem "histórica" sobre a Apple e se mostra otimista quanto à ambiciosa missão de conquistar mercado do Android.

Teste: internet ultrarrápida de 500 Mbps abre vídeos instantaneamente

terça-feira, 1 de julho de 2014

Entenda o conceito das operadoras móveis virtuais

"O cenário de MVNOs no Brasil tem um potencial muito grande, pelo tamanho do país, mas também tem muitas barreiras a resolver, como a parte tributária de infraestrutura. O Brasil é um mercado que deveria ser bem desenhado e estudado pelos novos candidatos a operadores virtuais", diz Eduardo Arbesu, dir. negócios Telecom / Everis.
"A infraestrutura das operadoras permite que elas façam acordos com qualquer operadora móvel virtual. Atualmente, o crescimento do número de clientes destas empresas está indo muito devagar e não traz impacto na qualidade de rede", analisa Eduardo Arbesu, dir. negócios Telecom / Everis.
"São acordos entre as operadoras para usar as torres de outras e atender os clientes de cada uma das operadoras virtuais", completa Eduardo Arbesu, dir. negócios Telecom / Everis.
"Podemos conseguir desenvolver um grau de cobertura de rede mais rápido em zonas nas quais eles ainda não estão atuando atualmente".

Confira a tecnologia que ajuda vítimas de Parkinson a viver melhor


Se a tecnologia muda a vida de tanta gente todos os dias com entretenimento, informação e coisas surpreendentes, com a Lígia ela foi além: a tecnologia devolveu a união da família, a liberdade e a retomada da busca dos seus sonhos.

Há sete anos, Lígia foi diagnosticada com Mal de Parkinson. O diagnóstico do Parkinson Juvenil – que tem por característica a degeneração dos neurônios ainda mais rápida do que em idosos – levou dois anos para ser decretado. O início foi bastante difícil; a doença que afeta principalmente a coordenação motora da pessoa colocou a Lígia em um estado de fraqueza e dependência total.

A ciência sempre buscou formas de interagir com o funcionamento do cérebro, que trafega informações no seu interior através de estímulos elétricos. E foi exatamente com eletricidade que o tratamento do Parkinson com este aparelho atingiu um grau bastante interessante e que já é uma realidade inclusive no Brasil.

Semelhante a um marca-passo cardíaco, o neurotransmissor é implantado cirurgicamente sob a pele e fornece estimulação elétrica a regiões afetadas do cérebro.

O neurocirurgião da Santa Casa-SP Nilton Lara conta que a bateria é implantada no peito. "Só um fiozinho entra no cérebro", ele explica. "É um sistema com memória, capaz de produzir estímulos elétricos conforme um comando que a gente dá", conta o médico.

Assim que ficou sabendo da possibilidade da cirurgia, Lígia viveu uma sensação mista de medo e esperança. Mas não pensou duas vezes...
A cirurgia é toda feita com o paciente acordado e lúcido. Saber o local exato do implante do cabo-eletrodo no cérebro do paciente também envolve muita tecnologia. Os médicos usam uma espécie de “GPS do cérebro” para encontrar o local exato e, mesmo assim, não é tarefa fácil – leva de seis a oito horas para ser realizada.

"São técnicas de computação gráfica, com fusão de imagem de ressonância com tomografia e técnicas de eletrofisiologia e intraoperatória. Traduzindo: você consegue, através do aparelho de micro registro, registrar a atividade das células doentes e seus disparos. E através disso, você pode definir o melhor ponto para implantar o eletrodo", cita o neurocirurgião.
O cabo implantado no cérebro é ligado por uma extensão subcutânea desde a cabeça, passando pelo pescoço, até a parte superior do peito, onde é colocado o neurotransmissor – que tem memória, uma antena e bateria com duração de até cinco anos.

A estimulação das regiões afetadas do cérebro bloqueia os sinais que causam os sintomas motores da doença de Parkinson. Interessante é que o neurotransmissor pode ser ajustado remotamente para maximizar os benefícios da terapia.

"Você consegue colocar o aparelho de telemetria (que é como se fosse um Wi-Fi) no peito e você consegue configurar o seu aparelho, aumentando ou diminuindo intensidade e mudar outros parâmetros que adequam a linguagem do aparelho ao cérebro", conta o especialista.

Segundo o doutor Nilton Lara, o implante não cura o Mal de Parkinson, mas melhora significativamente os sintomas motores da doença como a tremedeira, a falta de coordenação, a rigidez do corpo e a lentidão dos movimentos.

"Os sintomas motores da doença de Parkinson são minimizados de forma significativa, mas não é uma cura. A doença é degenerativa e progressiva", conta Nilton Lara.

A Lígia é um grande exemplo do sucesso do implante. Como dissemos no início, a tecnologia do neurotransmissor devolveu a ela a capacidade de fotografar novamente, seguir em busca dos seus sonhos e também devolveu sua autonomia...

Vale destacar que não é qualquer paciente com Mal de Parkinson que é beneficiado pelo neurotransmissor. Mais do que isso, no Brasil, a cirurgia e o aparelho em si são bastante caros. Ainda assim, o Sistema Único de Saúde prevê a cirurgia, mas enfrenta muita dificuldade em conseguir o equipamento para ser implantado no paciente.
Tão interessante quanto o tratamento do Parkinson é que pesquisas para interagir eletronicamente com o cérebro estão a todo vapor em todo o mundo. O doutor Nilton nos contou que existem outros pontos – outros alvos – sendo investigados dentro do cérebro e não só para o Mal de Parkinson.

"É possível tratar a obesidade através de sistema; alguns países usam para tratar vício em drogas, diminuindo a vontade da pessoa usar drogas. Como é um sistema reversível, uma vez que a pessoa esteja livre, ele pode ser desligado", explica o neurocirurgião.

Conheça o novo RG digital de SP


Chegou a vez de São Paulo; depois do Rio de Janeiro, agora são os paulistanos que terão também uma nova carteira de identidade digitalizada. O modelo promete ser mais econômico e seguro que o atual e, entre as novidades, o destaque fica no código bidimensional impresso na parte de trás do documento.
O processo de coleta das impressões digitais e assinatura é 100% digital e leva poucos minutos para ser executado. Os dados biométricos do cidadão são guardados digitalmente em um banco de dados do governo do Estado. A novidade garante que cada pessoa tenha um único documento baseado na sua biometria.
Os RGs emitidos no novo formato são impressos em papel especial, com película protetora e borda diferenciada. Além disso, o número do documento aparece em vermelho e negrito, para facilitar a visualização. A foto e a impressão digital são mais nítidas do que no modelo antigo também. Mas a grande novidade está na parte de trás. Os dois códigos bidimensionais, similares aos QR Codes, trazem informações da cédula como número, data de emissão, nascimento, nome, nome do pai e da mãe, naturalidade e até validade.
Um segundo QR Code impresso no RG dá acesso instantâneo à foto do indivíduo, que é armazenada na nuvem para consulta imediata. Tudo é criptografado, o que garante uma segurança ainda maior para o cidadão. O código só é lido por um aplicativo específico, que será usado por qualquer autoridade quando necessário. A precisão dos códigos bidimensionais é acima dos 99%.
No Rio de Janeiro, nove milhões de pessoas já possuem um RG mais moderno. Em São Paulo, a expectativa é que até o fim de 2014 o novo sistema esteja implantado em todos os postos do Estado. Em dois anos, a estimativa é de que as impressões digitais de 20 milhões de pessoas estejam cadastradas.
Você sabia que não existe unicidade nem padrão dos documentos de identificação no Brasil? Pois é, cada estado tem seu próprio RG. Se você quiser conhecer mais detalhes do documento do Rio e até saber como tirar uma nova carteira de identidade, assine o seu E-mail ao lado direito.