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quarta-feira, 9 de julho de 2014
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Exposição constante a telas ajuda a 'secar' os olhos.
Pouco tempo atrás, quando fomos questionados se o uso excessivo de tecnologia fazia mal aos olhos, conversamos com o doutor Paulo Schor, da Escola Paulista de Medicina; na ocasião, ele foi enfático e nos deixou bastante tranquilos...
"Isso é um medo irracional da luz. Porque o que a televisão produz, o que os LEDs da televisão produzem e mesmo o que o raio catódico produzia é luz. Luz visível. E a luz visível não faz mal nenhum pra gente. A natureza dotou a gente de um mecanismo de filtrar as radiações nocivas até certo ponto e aproveitar a radiação boa. A luz é o que faz a gente enxergar e interagir com o mundo. O que é luz não é ruim. O que não é luz visível pode ser ruim. A princípio: o que vem da televisão como luz visível, do cinema e do computador é luz boa. É normal, não faz mal nenhum. Nem ficar muito tempo exposto faz mal pro olho, nem ficar pouco tempo exposto poupa o olho", afirma o oftalmologista Paulo Schor.
"Isso é um medo irracional da luz. Porque o que a televisão produz, o que os LEDs da televisão produzem e mesmo o que o raio catódico produzia é luz. Luz visível. E a luz visível não faz mal nenhum pra gente. A natureza dotou a gente de um mecanismo de filtrar as radiações nocivas até certo ponto e aproveitar a radiação boa. A luz é o que faz a gente enxergar e interagir com o mundo. O que é luz não é ruim. O que não é luz visível pode ser ruim. A princípio: o que vem da televisão como luz visível, do cinema e do computador é luz boa. É normal, não faz mal nenhum. Nem ficar muito tempo exposto faz mal pro olho, nem ficar pouco tempo exposto poupa o olho", afirma o oftalmologista Paulo Schor.
Recentemente, conversamos também com a doutora Ruth Miyuki, do Hospital das Clínicas, e ela também confirmou: luz de nenhum dispositivo – TV, tablet, smartphone ou computador – faz mal à saúde dos olhos. Mas, ainda assim, uma síndrome de olho seco pode, sim, estar relacionada ao uso desses equipamentos.
Primeiro é importante entender: olho seco é um problema de má lubrificação na superfície ocular. Essa má lubrificação pode ser causada por uma lágrima deficiente em quantidade ou qualidade; ou ainda por um aumento excessivo da sua evaporação. Há 20 ou 30 anos, o olho seco estava basicamente relacionado às características individuais da lágrima do indivíduo. Hoje, isso mudou...
"A realidade de hoje requer que a gente tenha uma atenção visual constante porque estamos conectados o tempo todo e a internet vitou parte do cotidiano, no computador, no tablet e no celular. E quando a atenção visual é exigida, a gente instintivamente e involuntariamente pisca menos", explica Ruth Miyuki, oftalmologista do Hospital das Clínicas.
Quando a gente pisca menos, consequentemente o olho fica mais exposto e aumenta a evaporação da lágrima. Atualmente, segundo a doutora, vivemos cercados de condições que favorecem o surgimento do olho seco.
"A gente vive no ar condicionado e as temperaturas mais altas também dimunem a umidade relativa do ar. Então tudo isso favorece a evaporação da lágrima".
Ou seja, o olho seco é uma condição multifatorial; mas quando usamos um dispositivo que nos prende a atenção por muito tempo, piscamos menos e aumentamos a chance de sentirmos os sintomas do olho seco.
"Um paciente com olho seco começa a ter dificuldade de visão, que pode ficar embaçada, e ele confunde isso com a necessidade de usa óculos. Os sintomas são variados e não característicos: vão desde sensação de areia no olho, ardência, olho vermelho, coçeira...que também podem ser sintomas de alergia.por isso é difícil de se autodiagnosticar. É natural que ela possa ter um pouquinho de olho seco, mas é fundamental ter um conjunto de achados para caracterizar isso", completa Ruth Miyuki.
Felizmente o olho seco não é mais uma doença grave como antigamente; hoje é mais uma condição esporádica que pode ser compensada de forma bastante simples: lubrificação. A solução é simples, afinal existem muitos colírios chamados de lágrimas artificiais que servem para melhorar a lubrificação dos olhos. Mas, cuidado, antes de usar qualquer produto, o melhor é sempre passar pela avaliação de um profissional especialista; neste caso, o oftalmologista.
Uma boa hidratação também ajuda: beber bastante água durante o dia, além de matar a sede, hidrata o organismo como um todo – inclusive os olhos. Se a gente pudesse “lembrar” de piscar também seria interessante...
"A gente recomenda o uso moderado, com intervalos regulares de duas a três horas seguidos de descando das atividades. Não adianta parar o trabalho para ver sa mensagens no celular porque você não está resolvendo o problema", declara Ruth.
No final das contas, ao mesmo tempo em que o uso da tecnologia não é prejudicial à saúde dos olhos, o uso irracional nos leva a piscar menos e prejudica a lubrificação da superfície ocular, podendo trazer os sintomas do olho seco. De qualquer forma, a gente defende: tudo que é em excesso não é legal... varie suas atividades, descanse os olhos e viva saudável.
Você já sentiu alguma sensação parecida? Divida sua experiência e opinião com a gente e com os outros fãs de tecnologia no nosso fórum. participe deixando seu e-mail ao lado.
Saiba se vale a pena fazer seguro de smartphones
Faz parte da nossa cultura; é difícil encontrar alguém que não tenha um plano de seguro dos seus bens mais valiosos – casa, carro, moto... Contra acidentes, roubos e furtos, o seguro vem se tornando muito comum também entre os donos de smartphones. Estatísticas dão conta que o roubo de celulares é cada vez mais frequente no país; cerca de um em cada quatro brasileiros já passou por essa situação.
"Tivemos aumento de 500% de um ano para o outro, também por causa da sofisticação dos equipamentos que estão entrando no mercado", Nikolaos Tetradis, responsável por seguros especiais na Mapfre.
"Tivemos aumento de 500% de um ano para o outro, também por causa da sofisticação dos equipamentos que estão entrando no mercado", Nikolaos Tetradis, responsável por seguros especiais na Mapfre.
Para quem investe até dois mil e quinhentos reais em um aparelho, convenhamos... perdê-lo é um prejuízo grande. A Patrícia infelizmente faz parte dessa estatística. No ano passado, quando saia da faculdade, ela teve seu smartphone roubado. A sorte foi que, quatro meses antes, ela foi convencida de fazer um seguro contra roubo, furto e danos do seu iPhone 4S.
"Muitos amigos já tinham sido roubados e aí você parcela o celular e paga durante o ano todo, sendo que você não o tem mais...então eu resolvi fazer porque achei que o valor compensava. Se eu não tivesse feito, nem daria para comprar outro", conta a radialista Patrícia Ferreira.
Algumas empresas já oferecem diversos tipos de seguro para celulares; principalmente smartphones por causa do seu alto valor. Mais do que a garantia estendida, que protege o aparelho contra defeitos funcionais, as seguradoras oferecem serviço contra roubo, furto qualificado e até algumas coberturas adicionais...
"Têm coberturas adicionais para os dados - acidentais ou elétricos", diz Tetradis.
Nos casos de acidente, nem sempre o aparelho é trocado por um novo. Quando a existe a possibilidade de reparo, a seguradora envia o dispositivo para uma assistência técnica autorizada da marca do aparelho e cobre os custos do serviço.
Preste atenção que os seguros só dão cobertura contra roubo – quando sua integridade física é ameaçada na ação – e contra furto qualificado.
"Necessariamente é preciso ter o rompimento de barreiras. Ou seja, se você estiver na sua casa que de repente foi furtada e teve as portas arrombadas, ou no seu veículo, que teve o vidro quebrado...ou então um armário no escritório que precisou ser arrombado para se chegar ao bem e roubá-lo", diz Tetradis.
Se por acaso você esquecer o smartphone em algum lugar ou levarem ele de você sem que você perceba, o que caracteriza o furto comum, o seguro não vai cobrir o prejuízo.
Em seus diferentes níveis, os seguros para celulares ainda são um pouco caros; giram em torno de 20 a 25% sobre o valor do aparelho. Mas para quem gasta tanto em um dispositivo, melhor do que perdê-lo para sempre.
"O ressarcimento veio 10 dias depois, e o valor era suficiente para comprar um telefone novo. Então, acabou compensando", diz Patrícia Ferreira.
Depois do susto, a Patrícia ficou tão convencida da necessidade do seguro para smartphones que já convenceu mais gente ao seu redor a fazer o mesmo...
"Quando aconteceu eu aconselhei os outros a fazerem porque se acontece alguma coisa, você fica sem. Já indiquei para o meu irmão também e todo mundo já está fazendo", completa a radialista.
Se você tiver a infelicidade de ter seu celular roubado, o primeiro passo é entrar rapidamente em contato com sua operadora, comunicar o ocorrido e solicitar o bloqueio da linha e do aparelho. Esta é a única forma de evitar que ligações sejam realizadas usando o chip do seu celular. Se você possuir um seguro, o próximo passo é procurar uma delegacia de polícia para registrar um boletim de ocorrência – o documento será exigido pela seguradora para o pagamento da indenização.
Por último, vale a dica de instalar um software de segurança no seu dispositivo e deixá-lo bloqueado por senha. Alguns aplicativos permitem o bloqueio, limpeza dos dados pessoais e, dependendo do modelo do telefone e do app, é possível até rastrear seu smartphone. Mas e você, o que acha? Também tem seguro do seu smartphone ou acha exagero? deixe seu e-mail e sua opinião na tag assinar ao lado direito. Se tiver dicas das melhores seguradoras, aproveite para compartilhar com a galera...
Entrevista de emprego por vídeo ganha força no Brasil.
É verdade, a tecnologia vem mudando também os processos de recrutamento e seleção. O uso de ferramentas de videoconferência (como o Skype) para entrevistar candidatos a distância é cada vez mais frequente. A Otávia já se acostumou com a dinâmica; ela passou por diversas entrevistas virtuais – algumas inclusive com empresas de fora do país. Ela diz que assim como qualquer entrevista de emprego, é preciso se preparar e, mais do que isso, transformar sua casa em um ambiente formal para receber – mesmo que virtualmente – o profissional que irá lhe entrevistar.
"Eu deixo sempre papel, caneta e currículo à mão para tratar com a pessoa como se fosse aqui", diz Otávia Bortoti, advogada.
"A preparação é a mesma utilizada em uma entrevista presencial, só que com alguns cuidados extras: o candidato vai ter de cuidar do equipamento que vai utilizar, da iluminação do ambiente, vai ter fazer um teste antes e cuidar da organização. A roupa também deve ser a mesma que seria usada numa entrevista presencial", analisa André Ribeiro, consultor de mercado da Produtive.
"Eu deixo sempre papel, caneta e currículo à mão para tratar com a pessoa como se fosse aqui", diz Otávia Bortoti, advogada.
"A preparação é a mesma utilizada em uma entrevista presencial, só que com alguns cuidados extras: o candidato vai ter de cuidar do equipamento que vai utilizar, da iluminação do ambiente, vai ter fazer um teste antes e cuidar da organização. A roupa também deve ser a mesma que seria usada numa entrevista presencial", analisa André Ribeiro, consultor de mercado da Produtive.
É importante que não haja qualquer interrupção durante a conversa. Livre-se do cachorro, das crianças, do telefone e – muito importante – esteja certo de que seu equipamento e conexão estejam funcionando perfeitamente…
"Quando eu tenho essas entrevistas, o nervosismo é sempre quanto à tecnologia; eu testo o Skype e a câmera antes porque quando eu não testei previamente ela não funcionou", conta Otávia.
Daqui a pouco a gente volta nessa questão da preparação para contar um caso engraçado de gente que pagou mico na frente da câmera…
Na opinião dos headhunters e profissionais de RH, a entrevista presencial ainda é muito importante na fase decisiva do processo seletivo, mas as entrevistas em vídeo já dominam boa parte das fases iniciais do recrutamento de profissionais. Interessante é que essa conversa virtual já acontece em todos os níveis, do estagiário ao diretor. E, segundo análises do mercado, a prática otimiza o custo e tempo gasto no processo de seleção em até 70%.
"Olho no olho ainda é a chave do processo. Não tem como fazer um processo seletivo todo por não presencial. Na nossa experiência de 18 anos, eu já vi casos de empresas fora do país em que as entrevistas foram todas por telefone ou videoconferência, salvo a proposta final. Então é uma tendência que vem acontecendo", diz Rafael Souto, CEO da Produtive.
"Olho no olho ainda é a chave do processo. Não tem como fazer um processo seletivo todo por não presencial. Na nossa experiência de 18 anos, eu já vi casos de empresas fora do país em que as entrevistas foram todas por telefone ou videoconferência, salvo a proposta final. Então é uma tendência que vem acontecendo", diz Rafael Souto, CEO da Produtive.
É, nada substitui o “feeling” e o calor do momento… Mas enquanto as empresas economizam e ganham agilidade no processo de escolha, o candidato tem a vangatem de não ter de se locomover até a sede da empresa para participar de uma seleção – e nisto, elimina-se as chances de atraso, o trânsito e possíveis custos. Por outro lado, as entrevistas em vídeo podem ser um grande risco. Afinal, nem todo mundo tem tanta facilidade frente às câmeras. É preciso se preparar para enfrentar um novo desafio. E, por mais que há quem discorde, a primeira impressão ainda conta muito…
"O vídeo é a fase eliminatória: se eu não for bem, não chego no olho no olho. Se acostumar a usar vídeo como ferramenta de comunicação, é uma qualidade necessária para um profissional contemporâneo", completa Souto.
Antes de falar de outra novidade que a tecnologia está trazendo para o mundo do RH, lembra do “mico” que comentamos? Pode acontecer com qualquer um que não se prepare adequadamente. O consultor nos contou que certa vez uma cliente da empresa iria passar por uma videoentrevista e então se preocupou apenas com a parte de cima da roupa; até aí, tudo bem, afinal, o vídeo não mostra ninguém de corpo inteiro. O problema é que na ocasião, uma chaleira esquecido no fogão fez a candidata sair correndo para a cozinha e, toda formal da cintura para cima, mas só de lingerie da cintura para baixo…aí não dá, né?!
Um conceito mais novo nos processos seletivos é o videocurrículo; muita gente tem falado da novidade, mas o uso ainda é bem restrito – principalmente aqui no Brasil. Nos Estados Unidos o currículo em vídeo já tem alguma força. Mas por ser algo muito novo, existe a dúvida se o formato vai mesmo funcionar, afinal a praticidade não é assim tão grande quanto parece.
"Muitos recrutadores gastam 15 segundos na leitura de um currículo; um vídeocurrículo se estende muito mais, então a praticidade não vai ser a mesma", diz André Ribeiro.
Mas também no intuito de agilizar os processos de seleção, existem empresas que elaboram questionários e enviam para que os candidatos os respondam em vídeo. Isso, sim, já acontece bastante também. De olho na oportunidade, a Patrícia criou uma empresa para produzir essas pré-entrevistas. Segundo ela, a solução é sinônimo de tempo! E, mais do que isso… Ela defende que enquanto o CV online ou em papel apresenta os conhecimentos e experiências do candidato, o vídeo mostra a atitude do pretendente àquela vaga.
"Em oito minutos, você tem tudo daquela pessoa. Então não tem aquele negócio do "ah, fluente em inglês", mas quando você chama a pessoa, vê que as aparências enganam. É uma entrevista real de emprego. Venha preparado porque se você errar ou gaguejar, vai ficar gravado no filme. Isso não edita candidato, não é uma fábrica", explica Patrícia Russo, CEO da TV.CV.WEB.
E você, já enfrentou alguma entrevista para emprego por vídeo? Tem dicas para dar a quem ainda não experimentou a situação? Ou micos para dividir com a galera? e deixe sua opinião no nosso fórum; aproveite para dizer também o que você acha do videocurrículo; será que essa moda pega?
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domingo, 6 de julho de 2014
Conheça startups brasileiras promissoras
A todo vapor, o empreendedorismo digital no Brasil surpreende cada dia mais nos quatro cantos do mundo. O momento é especial e muitas startups começam a se destacar e chamam a atenção de grandes investidores. A própria Campus Party deste ano apostou e mostrou grande foco no empreendedorismo... A gente ficou sabendo de algumas iniciativas bem interessantes e resolveu conhecer duas promissoras startups brasileiras um pouquinho mais de perto.
Cinco estudantes da Universidade Federal de Pernambuco criaram a ProDeaf (“PRODÉF”) A ideia surgiu quando eles perceberam que a tecnologia poderia facilitar (e muito) a comunicação com um amigo surdo. Eles então desenvolveram um aplicativo de tradução de texto e voz em português para a Linguagem Brasileira de Sinais.
No Brasil, segundo o IBGE, temos 10 milhões de deficientes auditivos no país; destes, quase três milhões só entendem as Libras. Foi então que a solução começou a se tornar nacional. Lançada em abril de 2013, hoje o software já tem mais de 130 mil usuários ativos.
"Usuários como médicos que precisam atender pacientes surdos, dentistas e professores de escola do interior podem aproveitá-lo, apesar de o aplicativo não ser recomendado como substituto para o profissional intérprete de libras. Tem muito professor de escolas do interior, sem recurso, que acaba usando o app para interagir com uma criança surda até para socializar. Se você coloca uma criança surda numa sala cheia de outras ouvintes, isso gera exclusão e falta de socialização que afeta a capacidade de o aluno aprender e ter vontade de ir para a escola", diz João Paulo Oliveira, CEO / ProDeaf .
Além do dicionário – que funciona offline, o aplicativo transforma qualquer texto ou fala em uma representação virtual animada; mas para isso é preciso estar conectado.
A solução parece simples, mas além de muita pesquisa por trás do desenvolvimento, há também muita tecnologia...
"Hoje a gente tem uma equipe de 17 pessoas que trabalham integralmente no ProDeaf, incluindo o pessoal de TI - programadores e especialistas em inteligência artificial e pesquisadores -, pedagogos, intérpretes de libras e, claro, animadores 3D", completa Oliveira.
Mais recentemente, o pessoal da ProDeaf disponibilizou uma ferramenta online para que qualquer pessoa possa contribuir e cadastrar um novo sinal.
"A gente desenvolveu uma tecnologia pioneira que permite a surdos intérpretes criar animações de uma forma muito simplificada, sem conhecimento avançado em animação, focada no conhecimento no negócio - que no caso seria a língua de sinais", diz.
A solução oferece mais acessibilidade aos portadores de deficiência auditiva e, contribui assim, para uma maior integração social dessas pessoas. A partir de agora o desafio é criar uma nova aplicação para que o usuário possa filmar uma pessoa conversando em Libras e traduzir os gestos para voz e texto direto na tela do smartphone. A ideia é que a novidade esteja disponível em até dois anos...
Já a startup de outro grupo de brasileiros surgiu trocando figurinhas. Isso mesmo, mas virtualmente. Sem a possibilidade de conectar diferentes smartphones, de diferentes marcas e modelos, eles desenvolveram uma nova porta de comunicação offline. A NearBytes desenvolveu uma tecnologia que permite a transmissão de dados entre dois aparelhos através do som! E se o iPhone não tem NFC e os blutooths de iOS e Android não conversam entre si, a saída foi usar o microfone e o falante – isso, sim, todos dispositivos têm...
"Qualquer empresa que use a nossa solução vai atender a qualquer celular utilizado hoje em dia, sem precisar esperar a próxima onda tecnológica. Nós rodamos em PC, Mac, Linux, Windows Phone, Android...qualquer coisa que tenha um microfone", afirma Carlos Estigarribia, sócio-fundador da NearBytes.
A taxa de transferência é baixa: 100 megabytes por segundo, mas suficiente para o desenvolvimento de aplicativos para pagamentos, substituição de chaves de segurança e muito mais. O pessoal da NearBytes não desenvolve apps, mas fornece a tecnologia para que terceiros usem a criatividade e produzam soluções usando a transferência de dados através do som.
"A gente pega os dados, encripta, transforma-os numa sequência de bites e bytes e gera um som único em cima disso que eu transformei, como se fosse um ruído com todos os dados. Na verdade, para quem quer entender tecnicamente, o processo se chama modulação de fase da onda para saber o que se está falando. É similar ao dos modens antigos", explica Estigarribia.
O interessante é que mesmo em ambientes barulhentos, as informações são transmitidas sem problemas...
"A gente já testou em festas, shows e bares com música. Nós filtramos tudo o que não está na frequência e, com isso, o som já fica bem mais limpo. Depois disso, tem o nosso truque de trabalhar esse som e escutar o que está sendo dito", diz.
Durante a visita do Papa Francisco ao Rio de Janeiro, o pessoal da startup lançou uma vela virtual para testar a tecnologia. Sem a necessidade de rede ou qualquer conexão, a chama virtual foi compartilhada por milhares de pessoas...
O método de segurança aplicado na solução também chama atenção. Para que o som não seja copiado ou usado indevidamente, toda informação em áudio se autodestrói imediatamente após ser utilizada. Daqui pra frente, a ideia é aprimorar a tecnologia; segundo eles, é possível deixar a transmissão de dados até quatro vezes mais rápida...
Estes são apenas dois exemplos que tivemos a oportunidade de conhecer de perto. As startups no Brasil, como dissemos no começo, vivem um momento único e oportuno. No nosso site – e o link está logo abaixo deste vídeo – você encontra uma lista com outras 10 startups brasileiras que ainda vão dar o que falar. E se você tiver ou conhecer alguma iniciativa interessante, participe. Conte pra gente e divida com a galera no nosso fórum. Acesse e compartilhe...
quinta-feira, 3 de julho de 2014
Conheça o olho biônico, que custa até US$ 100 mil.
O avanço da tecnologia na medicina – ainda que a passos lentos – é sinônimo de esperança pra muita gente. Na oftalmologia, por exemplo, diversas doenças degenerativas ainda não têm tratamento. Mas existe uma série de pesquisas para tentar salvar a visão desses pacientes.De medicamentos que prolongam a vida das células oculares, passando pelas pesquisas com células-tronco, outra linha é uso da tecnologia e da eletrônica implantadas no corpo humano.
Existem várias técnicas eletrônicas para tentar recuperar a visão, mas a mais desenvolvida é o olho biônico – um implante de um microchip por cima da retina. Os estudos do olho biônico tiveram início em 1996 e hoje a prótese já é liberada em alguns países da Europa.
"É um microchip que serve para corrigir problemas da retina, mas não trata outras doenças. Mesmo no caso da retina, é preciso que ela esteja colada no lugar e de um nervo ótico funcionante; então, já há uma limitação para tratar o descolamento da retina dessa forma e aplicar o olho biônico para quem tem glaucoma porque precisamos de regiões intactas", explica Juliana Sallum, prof. afiliada / Unifesp.
Bom, mas antes de entrar em mais detalhes do olho biônico, é importante entender: a retina é a camada mais interna do olho; trata-se de uma membrana que reveste a parte interna do globo ocular. A luz entra no globo ocular pela córnea, passando pela pupila – uma espécie de buraco que abre e fecha –, atravessa o cristalino – a lente de focalização do olho – e chega até a retina...
"A retina faz a reação visual e manda uma imagem elétrica ao cérebro e quem vai enxergar e interpretar a imagem é o cérebro. Esta prótese vai tentar substituir o fotoreceptor, a primeira célula", diz Juliana.
Além da cirurgia que coloca o microchip com eletrodos na retina, o olho biônico também é composto por uma bateria, que hoje é implantada escondida no corpo do paciente, e também um óculos com uma câmera embutida.
"O olho biônico que está implantado na França e na Inglaterra ainda usa este sistema que usa uma câmara para fazer a captação da imagem e manda a imagem para dentro do olho por um sistema de telemetria para estimular os eletrodos deste chip de acordo com a imagem", completa a especialista.
Atualmente, não só oftalmologistas, mas também engenheiros, profissionais envolvidos com nanotecnologia e até físicos fazem parte dos estudos do olho biônico. No modelo atual, os eletrodos ainda são poucos, o que resulta em uma imagem de baixíssima resolução para o usuário. Mas, claro, para um deficiente visual, já é um enorme avanço. Os pacientes que experimentam o implante relatam identificar apenas linhas, luzes e objetos mais claros.
"Não é um chip que tem utilidade para reconhecimento fisionômico...ele teria de aumentar a definição para 1.000 pixels pra poder ter esta visão que a gente gostaria de dar para o paciente, de uma forma melhor", diz Juliana.
O olho biônico ainda não está disponível no Brasil, mas o esforço pra que a novidade seja liberada também por aqui é grande. No entanto, o país é parte do estudo Argos 2, um ensaio clinico internacional que está sendo conduzido em vários países do mundo.
O olho biônico é uma esperança para alguns deficientes visuais, mas também um grande desafio para a oftalmologia. Mais do que as dificuldades técnicas para aprimorar o funcionamento e até a qualidade do resultado, hoje o preço do implante é altíssimo, chegando a custar cerca de 100 mil dólares. Na semana que vem, no segundo capítulo desta série “Medicina Hi-Tech”, você vai conhecer um dispositivo que promete mudar a vida dos portadores de Mal de Parkinson. No futuro, essa técnica poderá até combater a obesidade. Cadastre seu E-mail.
Laboratório Digital: qual é o melhor GPS?
Com os diversos aplicativos de navegação disponíveis para tablets e smartphones – alguns inclusive gratuitos e muito bons – os aparelhos GPS perderam boa fatia desse mercado. Mas ainda há quem prefira um dispositivo dedicado; e atendendo aos pedidos de quem acompanha, testamos e comparamos quatro aparelhos de GPS disponíveis no mercado brasileiro; são eles: Garmin Nüvi 3597LMT, Multilaser GPS Tracker TV, GPS Guia Quatro Rodas e TomTom Via 1535M...
Com 4,3 polegadas, o aparelho da Multilaser é o menor dos quatro. O acabamento em plástico é bastante simples e robusto. O aparelho traz na lateral entradas para fone de ouvido e cartão micro SD. A qualidade da tela é bem inferior às dos seus concorrentes. Um pouquinho maior e com design mais moderno, o TomTom tem tela de 5 polegadas; a definição da tela de LCD é ótima, mas dependendo da posição, o reflexo atrapalha um pouco na hora de navegar. O acabamento tipo aço escovado dá um ar de elegância; o TomTom é o único que já vem com a ventosa para fixar na janela já acoplado ao aparelho. O design do Garmin surpreende; também com 5 polegadas, o GPS mais parece um smartphone top de linha e é o único que tem tela de alta definição, o que facilita a visualização em diferentes ângulos e condições de luz. O acabamento em alumínio e a tela de vidro também colocar o dispositivo em um patamar diferente. Já o GPS do Guia Quatro Rodas é o maior dos quatro; com 7 polegadas, ele mais parece uma televisão no seu para brisa... e, realmente é...o aparelho traz a função TV, mas com um acabamento um pouco mais simples de plástico. A qualidade da tela também deixa a desejar. Independente do tamanho, que é questão de gosto, no quesito design, o Garmin sai na frente pela sua mínima espessura, acabamento em alumínio e pela tela de alta definição...
BATERIA
Para realizar os testes, fomos às ruas com todos os aparelhos 100% carregados. Para nossa surpresa, em pouco mais de uma hora, alguns começaram acusar bateria fraca. A surpresa é que nenhum dos dispositivos possui bateria de longa duração. Segundo os fabricantes, os aparelhos têm, em média, apenas 2 horas de autonomia. Mas como a gente nunca sabe o trânsito que vai enfrentar, e ninguém quer ficar perdido sem GPS, os usuários são instruídos a utilizar os aparelhos sempre conectados na tomada de 12 volts do carro – aquela antiga do acendedor de cigarros. Resumindo, no quesito bateria, podemos decretar um empate técnico entre os quatro aparelhos...
INTERFACE e USABILIDADE
O GPS Multilaser funciona com a plataforma Sygic; a primeira impressão, para começar a navegar é negativa: a resposta da tela sensível ao toque falhou por diversas vezes. A tela resistiva requer um toque mais forte para ser ativada. O sistema operacional do MultiLaser é bastante simples e não muito atraente, mas traz todas as funções necessárias: busca por endereço, favoritos, pontos de interesse e histórico. Além disso, o Multilaser tem alerta de radares fixos, TV digital e transmissor de FM. Apesar de ter sido o aparelho que levou mais tempo para encontrar o sinal dos satélites, depois para localizar os endereços, o Multilaser foi bastante rápido. Também por trazer diferentes funções como TV e fotos, o GPS Quatro Rodas leva um pouco mais de tempo para iniciar. A tela sensível ao toque, apesar de também ser resistiva, não falhou nenhuma vez e funcionou bem. O GPS do Guia Quatro Rodas chamou atenção pela velocidade pra encontrar nomes de ruas e lugares; conforme você digita ele limita as opções de teclas e começa a dar opções na tela instantaneamente. O sistema de ícones grandes pode ser interessante para quem prefere assim, mas é um pouco exagerado para os minimalistas. O TomTom é bastante prático e vai sempre direto ao ponto; um toque na tela (também resistiva, mas de qualidade bem superior) e você já tem acesso às funções principais. Por não ter extras como rádio, TV, fotos e etc, o dispositivo fica mais rápido e exerce melhor sua função. Da mesma forma é o Garmin, mas com um sistema operacional ainda mais moderno. A diferença principal é a tela capacitiva, que responde perfeitamente a qualquer toque – assim como os smartphones top de linha. Tom Tom e Garmin ficam empatados na avaliação da interface, os dois são rápidos e fáceis de usar mesmo para um marinheiro – ou melhor – motorista de primeira viagem. Os dois vêm seguido de perto pelo GPS do Guia Quatro Rodas e, por último, o Multilaser.
TRAJETO e NAVEGAÇÃO
Por fim, o que mais interessa num aparelho GPS: caminhos e instruções. Durante nossos testes, fizemos três caminhos diferentes: primeiro em direção ao estádio do Morumbi, em seguida a um bairro aqui próximo, no Brooklin e, por último, buscamos um hotel na região. Todos os GPS encontraram os endereços bem rápido e sem dificuldade. O Garmin, que se saiu tão bem nos outros quesitos, é o único que não permite que você encontre um endereço sem dar o número da rua, informando apenas um cruzamento, por exemplo. Por outro lado, o Garmin é quase sempre o primeiro a dar informação, com cerca de 700 metros de antecedência. Em seguida, entre 500 e 300 metros, TomTom e Quatro Rodas empatam na hora de informar uma próxima ação. Por último, o Multilaser, que chegou a informar algumas saídas apenas a 200 metros de distância.
Erramos algumas ruas de propósito para ver qual deles refaria a rota mais rapidamente; surpreendentemente, todos foram muito rápidos nessa função – importante porque não daria tempo de o motorista se perder novamente em caso de um erro; ainda assim, o TomTom é o mais rápido de todos nesta hora. Os quatro aparelhos mostraram rotas praticamente iguais nestes percursos. O Multilaser foi o único que se atrapalhou um pouco na hora de ir para o Morumbi.
Como já conhecíamos os percursos, podemos dizer que Garmin e Quatro Rodas fizeram as melhores escolhas de caminho, mas nada que influenciasse tanto no tempo final da viagem. O visual 3D do Garmin é um charme à parte. Dá só uma olhada... é bem diferente do desenho simples dos outros; nele você consegue identificar as construções e prédios ao seu redor. Além das informações como tempo estimado de viagem, distância e até velocidade, TomTom e Garmin são os que mais trazem informações sobre os arredores; principalmente nomes de ruas próximas. O ponto negativo ficou com o Multilaser, que perdeu totalmente o sinal dos satélites por quase cinco minutos... O TomTom também perdeu sinal uma vez, mas retomou rapidamente a conexão.
Por último, depois de alcançar seu destino e, de repente, passar do ponto, o GPS do Guia Quatro Rodas foi o único que recalculou a rota para que você voltasse ao destino. Neste importante quesito, o TomTom ficou na frente graças à sua tecnologias IQ Routes, que traça o percurso mais rápido baseado em dados previamente coletados; o acesso rápido às funções também ajuda quem está dirigindo. Garmin e Quatro Rodas vêm logo em seguida. Por último, infelizmente por causa da perda do sinal dos satélites por mais de 5 minutos, ficou mais uma vez o Multilaser.
TRÂNSITO
Sem acessórios, nenhum dos quatro aparelhos testados traz informação sobre trânsito – o que hoje em dia, em cidades como São Paulo, é indispensável. Multilaser e Quatro Rodas não oferecem a função de jeito nenhum. Já no Garmin existe a possibilidade de receber através do carregador veicular, e até de um app para smartphones, os dados de trânsito gratuitos e em tempo real. O TomTom também exige um acessório à parte para informar sobre o trânsito, mas traz uma função legal que é o Map Share, que permite fazer alterações diretamente nos mapas do dispositivo e ainda dá acesso às mudanças feitas pela comunidade de usuários dos dispositivos.
EXTRAS
Se a ideia é ter mais do que um GPS, Multilaser e Quatro Rodas oferecem várias funções extras; já comentamos aqui: ambos trazem TV digital, espaço para biblioteca de fotos e músicas e até alerta de radares. Já os “extras” do Garmin e TomTom são mais interessantes. Ambos possuem conexão Bluetooth; através dela, é possível conectar seu celular no GPS e atender ou até fazer uma ligação diretamente pelo aparelho. O comando de voz dos dois aparelhos também funciona super bem...e, neste quesito, como estamos avaliando a função de navegação, declaramos mais um empate entre Garmin e TomTom.
PREÇO
Este é o ponto que decide muita coisa. Vamos começar de baixo para cima... O Multilaser é o mais barato dos quatro, com preço sugerido de 379 reais; em seguida, o Quatro Rodas é só um pouquinho mais caro, 459 reais. O TomTom é vendido por 699 reais e já o preço do Garmin destoa um pouco de seus concorrentes: 1399 reais – até o preço é quase o de um smartphone top de linha...
CONCLUSÃO
Decidir desta vez foi fácil, ainda que os aparelhos tenham funções parecidas. O Multilaser ficou em quarto lugar – o GPS é não só o mais barato, mas também o mais simples. O que atrapalhou um pouco foi a perda de sinal e a dificuldade de usar a tela sensível ao toque algumas vezes durante os testes. O dispositivo da Quatro Rodas é bem legal, principalmente para quem prefere uma tela grande para navegar. A tela não é das melhores, e ele fica em terceiro lugar com destaque para o recalculo da rota caso você passe seu ponto de destino. O Garmin tinha tudo para ser o grande campeão deste experimento, mas ainda que o aparelho tenha tela de alta definição e tudo mais, o preço é muito alto e é exatamente este quesito que o declarou vice-campeão deste laboratório digital. Em primeiro lugar, temos o TomTom Via! O custo-benefício do aparelho é o melhor entre os quatro, sem dúvida. A conexão Bluetooth para atender o celular e a facilidade de uso com apenas um toque também são dois quesitos que contribuíram para essa vitória. Ainda mais legal e que deixamos para última hora é a função única que o TomTom tem de avisar a hora estimada que você deve chegar ao seu destino...
Testes feito! E aí, aprovado? Você também é adepto dos aparelhos de GPS dedicados ou optou por um aplicativo no smartphone? Participe! Acesse o nosso fórum e cadastre o seu e-mail.
quarta-feira, 2 de julho de 2014
Veja o Galaxy S5 em ação
O novo Samsung Galaxy S5 foi apresentado em Barcelona, durante o Mobile World Congress – a maior feira de celulares do mundo. À primeira vista, o novo smartphone é bastante parecido com seu antecessor, o S4; a tela é pouca coisa maior – com 5,1 polegadas – mas a tecnologia é a mesma: super Amoled de alta definição, com resolução de 1920 por 1080 pixels.
A grande diferença do S5 está por dentro do aparelho. A câmera é um bom exemplo, agora com 16 megapixels e ainda mais rápida. Segundo a Samsung, o foco automático é feito em apenas três décimos de segundo – três vezes mais rápido que o autofocus do Galaxy S4. Interessante também é a possibilidade de gravar vídeo em 4K e usar o HDR em tempo real – tanto para fotos quanto para vídeos. A câmera frontal do smartphone também é HD, com 2 megapixels de resolução.
Outra novidade em relação a alguns concorrentes e inclusive ao seu antecessor é a resistência à água. Isso significa que o Galaxy S5 pode tomar um banho por até 30 minutos a cerca de 3 metros de profundidade e nada acontecerá.
Ainda com acabamento em plástico, a tampa traseira do Galaxy S5 é um pouco diferente e traz uma leve rugosidade talvez para evitar que o aparelho escorregue facilmente das mãos; ou ainda para dar certo charme ao novo modelo. O S5 vai ser vendido em quatro cores: preto, branco, azul e dourado. Com 145 gramas e 8,1 milímetros de espessura, o Galaxy S5 é mais alto e mais pesado que o S4; mas isso provavelmente se deve ao seu hardware extra. A nova bateria promete duração de até 16 dias em standby ou 21 horas de conversação.
O sistema operacional que equipa o novo Galaxy S5 é o Android 4.4.2 Kitkat. O processador é um Snapdragon de quatro núcleos com 2,5 gigahertz de velocidade. A memória RAM é de 2 giga, e a capacidade de armazenamento interna pode ser de 16 ou 32 giga. Mas com um um cartão micro SD é possível ampliar essa capacidade para até 128 giga. O smartphone ainda traz NFC , USB 3, Bluetooth 4.0 de baixa energia ,e wi-fi com suporte para o padrão “AC”. A Samsung ainda diz que o S5 vai combinar o 4G LTE com o wi-fi para oferecer downloads ainda mais rápidos; na teoria com velocidade de até 650 megabits por segundo com a função Download Booster.
Assim como o iPhone 5S, o Galaxy S5 também traz integrado um leitor de impressões digitais. O recurso é usado na hora de destravar o telefone e para garantir transações mais seguras nas compras realizadas através do celular. A Samsung também apostou na tecnologia de vestir e colocou ferramentas de fitness para monitorar o comportamento do usuário durante suas atividades físicas. Acoplado ao flash da câmera, está um monitor de frequência cardíaca; basta manter o dedo sobre ele para medir sua pulsação. Interessante é que tanto o leitor biométrico quando o medidor de frequência cardíaca podem ser vistos como bons extras para que os desenvolvedores criem novos aplicativos para a plataforma.
Apesar do visual não surpreender, as novas funções da câmera – além da melhor qualidade e velocidade – somadas ao scanner de impressão digital e ao monitor de frequência cardíaca fazem do Galaxy S5 um dos principais smartphones top de linha do mercado; a partir de agora, à espera do que farão seus concorrentes para manter a acirrada rivalidade. A previsão é que o novo Samsung Galaxy S5 seja lançado no Brasil no dia 11 de abril.
Vamos com tudo para cima do Android, diz gerente do Windows Phone
No último trimestre de 2013, o mercado de sistemas operacionais brasileiro passou por uma reviravolta. O Windows Phone, da Microsoft, deixou o iOS, da Apple, para trás e se tornou o segundo mais popular com 6% de participação, de acordo com a consultoria IDC. Mas a plataforma ainda está muito, muito longe do Android, que domina 88% do setor. Na entrevista acima, o gerente geral do Windows Phone Brasil, Celso Winik, detalha o plano de expansão, comenta a ultrapassagem "histórica" sobre a Apple e se mostra otimista quanto à ambiciosa missão de conquistar mercado do Android.
Teste: internet ultrarrápida de 500 Mbps abre vídeos instantaneamente
Por enquanto disponível apenas no Rio de Janeiro e em São Paulo, uma empresa que oferece serviços de banda larga acaba de lançar a maior velocidade de acesso à internet disponível no país: 500 megabits por segundo. A conexão é toda em fibra ótica; inclusive a última milha – até a casa ou empresa do cliente.
Nós fomos experimentar essa internet ultrarrápida para entender, na prática, o que significa navegar com 500 Mega de velocidade. Primeiro fizemos alguns testes básicos de velocidade: no SIMET, o Sistema de Medição de Tráfego Internet, a conexão até ultrapassou o previsto: com 100 megabits por segundo de upload e quase 520 mega de download. Fizemos também outros testes, mas descobrimos que para aferir tal velocidade é preciso escolher um servidor que suporte a banda de 500 mega.
Navegando, a experiência é surpreendente – mesmo pra que já tem uma conexão rápida. Parece mesmo a internet da televisão; aquela que você clica e pronto, está tudo na sua tela. E é assim mesmo. Abrir qualquer página – por mais pesada que ela seja – é praticamente instantâneo. Veja só a rapidez para acessar um vídeo em Full HD... No YouTube, a mesma coisa; os vídeos em alta definição carregam quase que instantaneamente. A velocidade é tanta que mesmo que você clique em qualquer ponto do vídeo, ele não trava e muda na hora...
A gente tentou fazer alguns downloads também para testar a conexão. Mas então descobrimos que a velocidade de 500 mega não é suficiente para alguns sites. Isso porque a velocidade do download depende também da disponibilidade do conteúdo na outra ponta. Ou seja, em alguns casos fizemos downloads em poucos segundo e, em outros, demorou bastante.
É importante lembrar que para usufruir de uma conexão rápida assim, o usuário precisa atentar para as especificações da rede e das máquinas que vão usar os 500 mega. Além de configurações de hardware, é necessário que os equipamento suportem conexões gigabit ethernet. E, no caso do wi-fi, é preciso usar os novos roteadores padrão “AC”...
Navegar com alta velocidade é mesmo muito bacana. A parte chata fica na hora de pagar a conta; o serviço é meio caro ainda: para o mercado residencial, a mensalidade do plano de 500 mega é de 800 reais – isso pra contratação junto com o serviço de TV a cabo e telefone. Já para o mercado corporativo, o serviço custa quase mil reais.
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terça-feira, 1 de julho de 2014
Entenda o conceito das operadoras móveis virtuais
Compartilhar pode ser interessante; principalmente para nós, consumidores. Pouco tempo atrás, o anúncio de que novas empresas da telefonia móvel pretendem entrar na disputa pelo usuário brasileiro trouxe à tona dois conceitos indispensáveis para que o setor sobreviva com qualidade no país: o “compartilhamento de rede” e as “MVNOs”.
Mais conhecidas como operadoras virtuais, as MVNOs já foram regularizadas pela Anatel há mais de um ano. Com este modelo, empresas sem freqüência de rede podem operar na telefonia móvel; para isso, basta elas se aliarem a uma operadora já existente no mercado. O conceito é simples; a MVNO usa a rede da operadora “X” e implementa novos serviços e produtos. Na prática é isso: nada muda na qualidade dos serviços de voz e dados, mas o relacionamento com os clientes e até serviços extras oferecidos é que fazem diferença. Cada operadora virtual deve ter uma proposta diferente e com foco em um público específico e restrito.
O conceito de MVNOs já existe no Brasil há cinco anos. Desde então, muitas empresas estudaram a opção. Mas, ainda assim, a entrada de novas operadoras no mercado é muito devagar; e não só no Brasil. Em toda a América Latina, existem apenas duas ou três operadoras virtuais por país. Na Europa o cenário é completamente diferente – também pela situação da economia local. Mas lá, dede 2005, quando foi aprovado o conceito de MVNOs, só na Espanha – por exemplo – foram criadas mais de 60 operadoras virtuais.
"O cenário de MVNOs no Brasil tem um potencial muito grande, pelo tamanho do país, mas também tem muitas barreiras a resolver, como a parte tributária de infraestrutura. O Brasil é um mercado que deveria ser bem desenhado e estudado pelos novos candidatos a operadores virtuais", diz Eduardo Arbesu, dir. negócios Telecom / Everis.
A Virgin Mobile é uma das MVNOs prestes a desembarcar por aqui. A empresa britânica vai utilizar a infraestrutura da Vivo para iniciar suas operações. Ou seja, a empresa não vai precisar fazer qualquer investimento de engenharia, pegando carona na aparelhagem da brasileira para oferecer seus serviços.
"A infraestrutura das operadoras permite que elas façam acordos com qualquer operadora móvel virtual. Atualmente, o crescimento do número de clientes destas empresas está indo muito devagar e não traz impacto na qualidade de rede", analisa Eduardo Arbesu, dir. negócios Telecom / Everis.
Mas a Nextel também deixou de ser apenas rádio e agora oferece serviços de voz e dados em 3G, mas neste caso, o conceito é outro – também em parceria com a Vivo – mas se trata do compartilhamento de rede...
Os compartilhamentos de rede são diferentes modelos de negócio que o mercado desenvolve para aproveitar seus investimentos em infraestrutura de rede.
"São acordos entre as operadoras para usar as torres de outras e atender os clientes de cada uma das operadoras virtuais", completa Eduardo Arbesu, dir. negócios Telecom / Everis.
O especialista garante que essas negociações não devem gerar qualquer tipo de sobrecarga na rede. E mais, além de gerar uma enorme economia às teles, o compartilhamento de rede garantiria maior e melhor cobertura aos clientes de ambas as empresas que decidirem compartilhar suas infraestruturas. Isso, sem ter que ficar à mercê dos investimentos em qualidade de uma única operadora.
"Podemos conseguir desenvolver um grau de cobertura de rede mais rápido em zonas nas quais eles ainda não estão atuando atualmente".
No final das contas, segundo nosso entrevistado, com os devidos cuidados e se bem feito, o compartilhamento de rede é benéfico para empresas e clientes. Com isso, as operadoras deixariam de concorrer uma com as outras por oferecer melhor qualidade – o que é o mínimo que se espera e a Anatel deveria cobrar – mas, sim, por outros serviços e pacotes especiais.
Tanto as MVNOs quanto as redes compartilhadas são esperanças para nós, usuários de telefonia móvel no Brasil, que conhecemos as dificuldades que enfrentamos ainda hoje. Talvez uma rede única compartilhada traria mais qualidade para todos, e a chegada de operadoras virtuais faria com que as operadoras se preocupassem um pouco mais em oferecer um serviço e também melhor atendimento ao usuário. Pelo menos é o que se espera...
Confira a tecnologia que ajuda vítimas de Parkinson a viver melhor
Se a tecnologia muda a vida de tanta gente todos os dias com entretenimento, informação e coisas surpreendentes, com a Lígia ela foi além: a tecnologia devolveu a união da família, a liberdade e a retomada da busca dos seus sonhos.
Há sete anos, Lígia foi diagnosticada com Mal de Parkinson. O diagnóstico do Parkinson Juvenil – que tem por característica a degeneração dos neurônios ainda mais rápida do que em idosos – levou dois anos para ser decretado. O início foi bastante difícil; a doença que afeta principalmente a coordenação motora da pessoa colocou a Lígia em um estado de fraqueza e dependência total.
A ciência sempre buscou formas de interagir com o funcionamento do cérebro, que trafega informações no seu interior através de estímulos elétricos. E foi exatamente com eletricidade que o tratamento do Parkinson com este aparelho atingiu um grau bastante interessante e que já é uma realidade inclusive no Brasil.
Semelhante a um marca-passo cardíaco, o neurotransmissor é implantado cirurgicamente sob a pele e fornece estimulação elétrica a regiões afetadas do cérebro.
O neurocirurgião da Santa Casa-SP Nilton Lara conta que a bateria é implantada no peito. "Só um fiozinho entra no cérebro", ele explica. "É um sistema com memória, capaz de produzir estímulos elétricos conforme um comando que a gente dá", conta o médico.
Assim que ficou sabendo da possibilidade da cirurgia, Lígia viveu uma sensação mista de medo e esperança. Mas não pensou duas vezes...
Há sete anos, Lígia foi diagnosticada com Mal de Parkinson. O diagnóstico do Parkinson Juvenil – que tem por característica a degeneração dos neurônios ainda mais rápida do que em idosos – levou dois anos para ser decretado. O início foi bastante difícil; a doença que afeta principalmente a coordenação motora da pessoa colocou a Lígia em um estado de fraqueza e dependência total.
A ciência sempre buscou formas de interagir com o funcionamento do cérebro, que trafega informações no seu interior através de estímulos elétricos. E foi exatamente com eletricidade que o tratamento do Parkinson com este aparelho atingiu um grau bastante interessante e que já é uma realidade inclusive no Brasil.
Semelhante a um marca-passo cardíaco, o neurotransmissor é implantado cirurgicamente sob a pele e fornece estimulação elétrica a regiões afetadas do cérebro.
O neurocirurgião da Santa Casa-SP Nilton Lara conta que a bateria é implantada no peito. "Só um fiozinho entra no cérebro", ele explica. "É um sistema com memória, capaz de produzir estímulos elétricos conforme um comando que a gente dá", conta o médico.
Assim que ficou sabendo da possibilidade da cirurgia, Lígia viveu uma sensação mista de medo e esperança. Mas não pensou duas vezes...
A cirurgia é toda feita com o paciente acordado e lúcido. Saber o local exato do implante do cabo-eletrodo no cérebro do paciente também envolve muita tecnologia. Os médicos usam uma espécie de “GPS do cérebro” para encontrar o local exato e, mesmo assim, não é tarefa fácil – leva de seis a oito horas para ser realizada.
"São técnicas de computação gráfica, com fusão de imagem de ressonância com tomografia e técnicas de eletrofisiologia e intraoperatória. Traduzindo: você consegue, através do aparelho de micro registro, registrar a atividade das células doentes e seus disparos. E através disso, você pode definir o melhor ponto para implantar o eletrodo", cita o neurocirurgião.
O cabo implantado no cérebro é ligado por uma extensão subcutânea desde a cabeça, passando pelo pescoço, até a parte superior do peito, onde é colocado o neurotransmissor – que tem memória, uma antena e bateria com duração de até cinco anos.
A estimulação das regiões afetadas do cérebro bloqueia os sinais que causam os sintomas motores da doença de Parkinson. Interessante é que o neurotransmissor pode ser ajustado remotamente para maximizar os benefícios da terapia.
"Você consegue colocar o aparelho de telemetria (que é como se fosse um Wi-Fi) no peito e você consegue configurar o seu aparelho, aumentando ou diminuindo intensidade e mudar outros parâmetros que adequam a linguagem do aparelho ao cérebro", conta o especialista.
Segundo o doutor Nilton Lara, o implante não cura o Mal de Parkinson, mas melhora significativamente os sintomas motores da doença como a tremedeira, a falta de coordenação, a rigidez do corpo e a lentidão dos movimentos.
"Os sintomas motores da doença de Parkinson são minimizados de forma significativa, mas não é uma cura. A doença é degenerativa e progressiva", conta Nilton Lara.
A Lígia é um grande exemplo do sucesso do implante. Como dissemos no início, a tecnologia do neurotransmissor devolveu a ela a capacidade de fotografar novamente, seguir em busca dos seus sonhos e também devolveu sua autonomia...
Vale destacar que não é qualquer paciente com Mal de Parkinson que é beneficiado pelo neurotransmissor. Mais do que isso, no Brasil, a cirurgia e o aparelho em si são bastante caros. Ainda assim, o Sistema Único de Saúde prevê a cirurgia, mas enfrenta muita dificuldade em conseguir o equipamento para ser implantado no paciente.
"São técnicas de computação gráfica, com fusão de imagem de ressonância com tomografia e técnicas de eletrofisiologia e intraoperatória. Traduzindo: você consegue, através do aparelho de micro registro, registrar a atividade das células doentes e seus disparos. E através disso, você pode definir o melhor ponto para implantar o eletrodo", cita o neurocirurgião.
O cabo implantado no cérebro é ligado por uma extensão subcutânea desde a cabeça, passando pelo pescoço, até a parte superior do peito, onde é colocado o neurotransmissor – que tem memória, uma antena e bateria com duração de até cinco anos.
A estimulação das regiões afetadas do cérebro bloqueia os sinais que causam os sintomas motores da doença de Parkinson. Interessante é que o neurotransmissor pode ser ajustado remotamente para maximizar os benefícios da terapia.
"Você consegue colocar o aparelho de telemetria (que é como se fosse um Wi-Fi) no peito e você consegue configurar o seu aparelho, aumentando ou diminuindo intensidade e mudar outros parâmetros que adequam a linguagem do aparelho ao cérebro", conta o especialista.
Segundo o doutor Nilton Lara, o implante não cura o Mal de Parkinson, mas melhora significativamente os sintomas motores da doença como a tremedeira, a falta de coordenação, a rigidez do corpo e a lentidão dos movimentos.
"Os sintomas motores da doença de Parkinson são minimizados de forma significativa, mas não é uma cura. A doença é degenerativa e progressiva", conta Nilton Lara.
A Lígia é um grande exemplo do sucesso do implante. Como dissemos no início, a tecnologia do neurotransmissor devolveu a ela a capacidade de fotografar novamente, seguir em busca dos seus sonhos e também devolveu sua autonomia...
Vale destacar que não é qualquer paciente com Mal de Parkinson que é beneficiado pelo neurotransmissor. Mais do que isso, no Brasil, a cirurgia e o aparelho em si são bastante caros. Ainda assim, o Sistema Único de Saúde prevê a cirurgia, mas enfrenta muita dificuldade em conseguir o equipamento para ser implantado no paciente.
Tão interessante quanto o tratamento do Parkinson é que pesquisas para interagir eletronicamente com o cérebro estão a todo vapor em todo o mundo. O doutor Nilton nos contou que existem outros pontos – outros alvos – sendo investigados dentro do cérebro e não só para o Mal de Parkinson.
"É possível tratar a obesidade através de sistema; alguns países usam para tratar vício em drogas, diminuindo a vontade da pessoa usar drogas. Como é um sistema reversível, uma vez que a pessoa esteja livre, ele pode ser desligado", explica o neurocirurgião.
"É possível tratar a obesidade através de sistema; alguns países usam para tratar vício em drogas, diminuindo a vontade da pessoa usar drogas. Como é um sistema reversível, uma vez que a pessoa esteja livre, ele pode ser desligado", explica o neurocirurgião.
Fique ligado, no próximo capítulo da série “Medicina Hi-Tech”, você vai conhecer as reconstruções de próteses em 3D, mais um avanço da tecnologia que promete mudar a vida de muita gente em um futuro cada vez mais próximo. Não perca!
Conheça o novo RG digital de SP
Chegou a vez de São Paulo; depois do Rio de Janeiro, agora são os paulistanos que terão também uma nova carteira de identidade digitalizada. O modelo promete ser mais econômico e seguro que o atual e, entre as novidades, o destaque fica no código bidimensional impresso na parte de trás do documento.
O processo de coleta das impressões digitais e assinatura é 100% digital e leva poucos minutos para ser executado. Os dados biométricos do cidadão são guardados digitalmente em um banco de dados do governo do Estado. A novidade garante que cada pessoa tenha um único documento baseado na sua biometria.
Os RGs emitidos no novo formato são impressos em papel especial, com película protetora e borda diferenciada. Além disso, o número do documento aparece em vermelho e negrito, para facilitar a visualização. A foto e a impressão digital são mais nítidas do que no modelo antigo também. Mas a grande novidade está na parte de trás. Os dois códigos bidimensionais, similares aos QR Codes, trazem informações da cédula como número, data de emissão, nascimento, nome, nome do pai e da mãe, naturalidade e até validade.
Um segundo QR Code impresso no RG dá acesso instantâneo à foto do indivíduo, que é armazenada na nuvem para consulta imediata. Tudo é criptografado, o que garante uma segurança ainda maior para o cidadão. O código só é lido por um aplicativo específico, que será usado por qualquer autoridade quando necessário. A precisão dos códigos bidimensionais é acima dos 99%.
No Rio de Janeiro, nove milhões de pessoas já possuem um RG mais moderno. Em São Paulo, a expectativa é que até o fim de 2014 o novo sistema esteja implantado em todos os postos do Estado. Em dois anos, a estimativa é de que as impressões digitais de 20 milhões de pessoas estejam cadastradas.
Você sabia que não existe unicidade nem padrão dos documentos de identificação no Brasil? Pois é, cada estado tem seu próprio RG. Se você quiser conhecer mais detalhes do documento do Rio e até saber como tirar uma nova carteira de identidade, assine o seu E-mail ao lado direito.
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