quinta-feira, 31 de julho de 2014

CES: Conheça a Caroline, o robô que vai para qualquer lugar

"Ela tem um iPad com uma simples interface equipada com um mapa da feira. Basta tocar em qualquer lugar para aonde queira ir e ela simplesmente aparece lá", explica Youssef Saleh, da iRobot. "Nós usamos múltiplos sensores tecnológicos. O robô tem habilidades autônomas que combinam laser, 3D e Sonar e vai a qualquer lugar sem a ajuda das pessoas", afirma.

CES 2014 destaca carros conectados, startups e invasão chinesa.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Yahoo! caminha para se transformar em empresa de mídia

CES: TVs Ultra HD com tela curva roubam a cena.

Casas inteligentes controladas por apps se aproximam da realidade.

"Quantas vezes você estava no escritório, tinha um jantar para fazer, e pensou: "Nossa, não sei o que eu tenho na geladeira?" Agora, imagine a possibilidade de consultar através do seu celular o que tem na geladeira e, naquele momento, acessar um site que te dê dicas sobre o que você pode cozinhar. Ou então, se precisar fazer a compra, já ter cadastrado no seu celular e ver, com base no estoque que você tem em casa, o que está faltando e fazer a compra que vai direto para a sua casa", analisa Pablo Vidal / diretor de marketing da LG.
"Todos os eletrodomésticos, junto com celulares e TV, vão criar um conjunto de experiências totalmente diferentes para o consumidor. Você vai poder sair e praticamente controlar tudo o que está acontecendo através do celular e internet sem problema nenhum. É disso que estamos falando! Algo supersimples que traz uma grande mudança na vida dos consumidores", enaltece Vidal.  

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Leitor de íris quer substituir o uso de senhas.

CES: Indústria dos carros "acorda" para a tecnologia

Entenda os riscos de usar celular durante o voo.

"A inteferência eletromagnética não é algo matemático. Acontece de vez em quando e em determinadas circunstâncias", explica Jenkins.
A Agência Nacional de Aviação Civil, parceira da agência norte-americana, disse em entrevista ao http://tecnologiapassoapasso.blogspot.com.br que o Brasil também deve seguir o exemplo e liberar o uso de alguns gadgets durante pousos e decolagens, mas ainda não há data definida para isso.

sábado, 12 de julho de 2014

Telas de TV: existe tamanho ideal?


E se tamanho for mesmo documento? Pelo menos é nessa máxima que as fabricantes de TV estão apostando para recuperar os recentes prejuízos. No início do ano, em Las Vegas, uma das tendências mais evidentes que obervamos na CES foi o domínio das TVs com telas grandes. Grandes, mesmo; a maioria com mais de 60 polegadas. 

"Essa é uma tendência mesmo: os consumidores estão procurando e a gente está atendendo. primeiro por uma questão de preço. Os preços de telas maiores ficaram mais acessíveis. Cinco anos atrás você comprava uma 32 polegadas. Hoje você já consegue ter modelos de 47 polegadas no mesmo patamar de preço", diz Rafael Gris, gerente de produtos e televisores da LG.

Além do tamanho, as TVs também estão evoluindo em questão de qualidade. Hoje o Full HD já é praticamente padrão para os aparelhos de tela plana. Mas depois do HDTV, a sigla do momento é o UHDTV – Ultra High Definition TV. Com resolução de até oito vezes o Full HD, as cores e profundidade de imagem realmente impressionam. Mas, detalhe: impressionam se você estiver perto da tela; de longe a diferença não é assim tão surpreendente. 

Entenda: uma TV Ultra HD – ou 4K – tem oito milhões de pixels na tela; quatro vezes mais que os dois milhões de pixels de um aparelho Full HD. Caso você não se lembre, pixels são os pontos luminosos que formam as imagens. Assim, com esse grande número de pixels a resolução é tão alta que o olho humano se torna praticamente incapaz de identificar os quadradinhos – os pixels – e a qualidade realmente salta aos olhos.

"Quando você chega mais próximo você tem mais pixels, eles estão mais juntos. Você consegue ver essa riqueza de detalhes, você não vê tanto espaço entre um pixel e outro", afirma Gris.

Agora, muita gente pode lembrar os alertas da vovó e dizer: mas não faz mal ficar assim tão perto da TV? Para acabarmos de vez com esse mito, conversamos com um oftalmologista super ligado em tecnologia; preste bem atenção no que ele disse.

"Isso é um medo irracional da luz. Porque o que a televisão produz, o que os LEDs da televisão produzem e mesmo o que o raio catódico produzia é luz. Luz visível. E a luz visível não faz mal nenhum pra gente. A natureza dotou a gente de um mecanismo de filtrar as radiações nocivas até certo ponto e aproveitar a radiação boa. A luz é o que faz a gente enxergar e interagir com o mundo. O que é luz não é ruim. O que não é luz visível pode ser ruim. A princípio: o que vem da televisão como luz visível, do cinema e do computador é luz boa. É normal, não faz mal nenhum. Nem ficar muito tempo exposto faz mal pro olho, nem ficar pouco tempo exposto poupa o olho", afirma o oftalmologista Paulo Schor.

Essa coisa de que muita TV faz mal para os olhos não existe. Muito perto ou muito longe? Tanto faz: não faz mal e ponto. Agora, falando em telas grandes, observe a situação da próxima vez que for ao cinema: quais são as últimas fileiras a serem ocupadas? As primeiras ficam sempre por último? Ninguém quer ficar tão perto de uma tela imensa e ter que ficar navegando os olhos para poder enxergar toda a imagem. E ainda que não faça mal à saúde dos olhos, sentar muito perto de uma TV pode, sim, causar certo desconforto em algumas pessoas.

"Quanto mais perto a gente estiver de uma tela, mais convergência a gente tem que dar no olho da gente e mais esforço de focalização a gente tem que fazer. E se eu já tiver uma deficiência de convergência ou de focalização eu posso ter uma coisa que se chama astenopia, que é uma sensação de peso nessa região frontal. E isso é uma sensação: parou, resolve. Igual frio. Não faz mal pro olho da gente", diz Schor.

Depois dessa conversa com o dr. Schor derrubamos todas aquelas fórmulas de distâncias ideais para assistir TV de diferentes tamanhos. Ou seja, é, sim, possível ter uma TV de tela grande em um espaço relativamente pequeno. A questão agora é gost.! O ideal mesmo é encontrar uma distância em que você possa enxergar a tela inteira e – ao mesmo tempo – possa usufruir de toda a qualidade que seu aparelho oferece.

Agora, mudando um pouquinho de assunto, muita gente também tem dúvidas em relação à luz de tablets, smartphones e até computadores. Será que alguma delas faz qualquer mal aos olhos? Bom, segundo o dr. Schor, em relação à tecnologia podemos praticamente generalizar e dizer que “nenhuma tecnologia faz mal à saúde dos olhos”.

"Eu acho que diria isso, mesmo porque antes de os aparelhos irem pro mercado a gente tem uma regulação absurda. Tudo que emite luz, a princípi visível, não é uma coisa que a gente tem que ter medo. A não ser que os fabricantes falem: isso pode ser danoso em uma exposição maior. Mas os eletroeletrônicos que estão à venda nas melhores casas do ramo não são maléficos pro olho", sentencia o doutor Schor.

Mitos derrubados, então agora aproveite para conhecer mais sobre as novas TVs Ultra HD. Logo abaixo do vídeo desta matéria separamos links para você conferir os principais lançamentos da CES e também uma matéria que explica melhor o que é o 4K; fique ligado: você ainda vai ouvir falar muito sobre ele por aqui.

Solte a voz com sites de karaokê online.

Diz o velho ditado: quem canta, males espanta. E, mais do que isso, hoje quem canta até conhece gente nova e faz amigos na internet. Recentemente, Clicia e Fernando se conheceram cantando. Hoje, eles formam uma bela dupla de cantores de karaokê.
"É bom para a gente passar o tempo, curtir e conhecer gente nova", explica o vocalista Fernando Biagio, que conta que os sites de karaokê também são redes sociais. "Mas tem toda a parte da competição e da batalha, que é muito interessante e nos intriga a acessar, conhecer mais pessoas e brincar mais", completa.
Diversos sites – a maioria internacional – oferecem o serviço totalmente gratuito: karaokê online. Tudo que você precisa, além do computador e do microfone, é de um pulmão e cordas vocais fortes; depois é só soltar a voz.
Além de oferecer milhares de canções (mais ainda nas versões pagas), esses serviços se tornaram verdadeiras redes sociais de cantores amadores e profissionais dos quatro cantos do mundo.
"Tem pessoas de outros países, às vezes profissionais da noite, duplas sertanejas... bastante diversidade de pessoas", ressalta a cantora Clicia Madden.
Em alguns sites há ainda a possibilidade de desafiar os amigos ou até mesmo qualquer desconhecido. Nas batalhas de karaokê virtual, você tem um tempo determinado para disputar a melhor pontuação da música escolhida. E, não se preocupe, ainda que quase todas as músicas estejam em inglês, a pronúncia é o que menos conta nessa hora.
Fernando Biagio conta que o sistema não se preocupa muito com palavras. "É mais a afinação. Então quem for mais afinado e cantarolar melhor vai fazer mais pontos e vai ser o vencedor da batalha", afirma.
Baseados em um projeto internacional, Clicia e Fernando foram além do karaokê virtual. Eles são os responsáveis por um projeto brasileiro que reúne a voz de diversas pessoas cantando uma mesma música. Na hora de editar, cada um fica com uma parte da canção e a ideia é uma só.
"É muito dífícil. A gente ainda não tem a ferramenta para unir várias vozes, só a dupla e a gente pode se unir e fazer um negócio divertido", conta Clicia.
Mas esta não é a única utilidade dos serviços de karaokê online. "Eu utilizo muito como meio de divulgação da minha banda e dos meus projetos", explica Biagio.
Milhões de pessoas em todo o mundo já “espantam seus males” ou simplesmente se divertem cantando em frente ao computador. Tem até aplicativo de karaoke pra smartphones! Se você também é afinado ou quer tentar a sorte, nós separamos os links dos serviços de karaoke online mais populares da web. Os endereços estão logo abaixo do vídeo desta matéria. Confira, saia cantando e divirta-se...

Gameficação: como aproveitar os jogos eletrônicos na educação.


O uso de games na educação veio suprir a necessidade que os alunos têm de informação rápida e dinamismo também na hora de aprender. A tendência é ditada por um novo conceito, que alia a experiência dos jogos eletrônicos à pedagogia; estamos falando da gameficação.

"A ideia da gameficação é usar os princípios do design de games, como interação, colaboração, como nos games multiusuários, nos quais é necessário formar times com pessoas de outros países, para usá-los na educação. Isso serve para tornar uma aula mais lúdica, presencial ou à distância, que pode incluir o uso de um game", explica João Mattar da Universidade Anhembi Morumbi.

O interessante é que a gameficação pode até vir separada da tecnologia. Segundo o professor, é possível ter uma aula totalmente baseada no conceito dos games sem necessariamente usá-los na sala de aula. Por outro lado, uma aula cheia de apelos tecnológicos pode se tornar realmente chata se o professor não souber conduzi-la.

De qualquer forma, o melhor resultado da gameficação na educação é quando teoria e tecnologia se unem; aí então surgem os resultados mais interessantes.

"O aluno sente naturalmente. Às vezes ele mora longe ou trabalha longe, se desloca até a universidade e, se ficar apenas ouvindo o professor falar, ele dorme. É natural. Quando a aula é dinâmica e interativa, ele aproveita bastante e se envolve. Um dos princípios do design de jogos é ter atividades interativas para atrair o usuário, porque se o jogo for chato ninguém vai jogar", explica Mattar.
Ainda tem muito professor que resiste à tecnologia. Mas grande parte já viu que o uso da tecnologia na educação é um caminho sem volta e cheio de oportunidades e possibilidades.

Mas, aí vem outro desafio: as instituições de ensino também precisam entender essa importância e treinar seus professores.

"Precisa de um trabalho de formação de professores para uso de tecnologias em geral, não apenas para games. Repensar as aulas precisa ser feito no horário de trabalho, entre os semestres, quando os professores têm as reuniões. O professor precisa ter essa formação contínua, porque as tecnologias mudam muito rápido e a gente não acompanha" conta o professor da Anhembi Morumbi.
Quando a gameficação e a tecnologia são usadas com base em conceitos pedagógicos todo mundo ganha: o professor ganha com uma aula mais atrativa e dinâmica; o aluno ganha e, consequentemente, a própria instituição ganha – principalmente reconhecimento.

"É uma ferramenta dentra de várias que professor tem para utilizar. Ele pode utilizar ferramentas tradicionais e não usar tecnologia em algumas atividades. O professor pode ter atividades práticas, com hands-on, que podem se gameficados mas tem um objetivo. Isso é importante: não adianta querer gamificar tudo, porque também fica chato. A pessoa não joga videogame o dia inteiro. Alguns morrem jogando 24 horas sem parar, mas normalmente é um elemento a mais na vida da pessoa", conclui João Mattar.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

O que é melhor para você: câmera fotográfica ou filmadora?

A verdade é que os dois equipamentos são bastante parecidos, ainda que tenham sido desenvolvidos com propósitos diferentes. Mas o que será que é melhor: uma filmadora que tira fotos ou uma câmera fotografa que grava vídeos? A gente decidiu testar e convidamos o Mauro, um fotógrafo profissional, para nos acompanhar e comparar dois modelos. Como cenário, escolhemos o Ceagesp, aqui em São Paulo...
A maioria das câmeras fotográficas digitais também faz vídeos hoje em dia; muitas, inclusive, em “Full HD”. Mas vale prestar atenção nas configurações e funções oferecidas. Claro, a câmera fotográfica é pensada para quem vai – principalmente – tirar fotos; assim, normalmente os recursos mais importantes são voltados para a fotografia. As funções de filmagem costumam ser mais básicas, afinal esta não é mesmo a especialidade do equipamento. O mesmo acontece do outro lado; as filmadoras costumam trazer controles de luz e vídeo, mas menos funções fotográficas.
Na maioria dos modelos de câmeras fotográficas, o zoom para gravar vídeos é digital e não óptico. Isso significa que a lente não aproxima a imagem, mas a amplia através de um software interno – o que significa perda de qualidade. Já nas filmadoras, por menores que sejam, a gente não consegue ver, mas o conjunto de lentes é muito maior e o zoom oferecido é óptico, garantido mais qualidade e muito mais profundidade mesmo quando aproximamos bastante o objeto filmado. Algumas filmadoras também trazem o zoom digital, mas sempre com o óptico como primeira opção.
A filmadora também tira fotos; e o que chamou nossa atenção foi que no modelo testado, com apenar um clique é possível tirar fotos enquanto grava – bem legal. A qualidade das câmeras era equivalente, mas à noite, tanto nas fotos quanto nos vídeos, a filmadora se saiu melhor. Isso, sim, surpreendeu.
O formato é outra coisa que faz muita diferença, assim como o acesso aos controles enquanto grava. A filmadora, além de o visor móvel ser muito útil para fazer cenas mais altas ou mais baixas sem ter que se contorcer tanto, tem melhor acesso às funções enquanto grava...
Talvez a grande diferença fique mesmo por conta do áudio. Enquanto as filmadoras possuem microfones de alta qualidade, já que sua função principal é filmar – e com áudio –, as câmeras fotográficas possuem um microfone pequeno e de baixa potência, o que faz muita diferença caso você queira usar o áudio ambiente.
No final das contas, se tivesse que escolher apenas um equipamento, adivinha o que escolheu o Mauro?!

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Gameplay: um jeito novo de se acompanhar o mundo dos jogos

Que tem gente completamente viciada em games a gente sabe. Mas a paixão pelos jogos eletrônicos vai mais longe com o “gameplay”. Depois de passar horas grudado no controle, muita gente encontra ainda mais diversão assistindo conteúdo sobre... adivinha... claro, games.
"Todo mundo que assiste, joga. Sempre tem o pessoal que segue quando entramos em algum lugar para jogar multiplayer", diz DENIS SNIDER, PRODUTOR DE CONTEÚDO
A maioria dos canais de “gameplay” tem vídeo sobre tudo: informações sobre games, gente que detona games inteiros para ensinar macetes, “previews” de jogos novos e, principalmente, humor e diversão.
"O que eu realmente sei fazer é fazer as pessoas rirem", afirma MARCO GOMEZ, PRODUTOR DE CONTEÚDO.
Além do amor pelo videogame, Marco e Denis têm outra coisa em comum. Os dois são produtores de conteúdo sobre games. Para produzir material, eles jogam online com amigos e dão muita risada, se divertem e falam bobagem. E, por incrível que pareça, aqui no Brasil, é disso que o público do gameplay gosta.
"O pessoal curte game, mas também gosta do nosso humor, porque é um humor gamer, com piadas relacionadas. Mas eles abacam consumindo mais como entrenimento que como pesquisa. Aquele público que segue o Detonadista, por exemplo, está atrás da informação sobre o jogo. Mas a maior parte consome para dar risada", afirmam os produtores.
O YouTube é a principal plataforma de distribuição desses conteúdos; vídeos muitas vezes bastante longos de gente jogando videogame e comentando – ou simplesmente tirando o maior sarro. O volume de acesso é bastante grande, o que, consequentemente, virou potencial para esse pessoal fazer uma graninha extra no final do mês.
A questão é que para ganhar dinheiro com isso, o produtor precisa ser afiliado a alguma rede que detenha os direitos de uso de imagem de games. Isso sem contar os contatos com agências e anunciantes para canais de jogos – que, cá entre nós, é o que traz grana para vídeos no YouTube: publicidade. E para se aliar a alguma dessas “networks”, o conteúdo precisa ser bom e, lógico, ter audiência.
No Brasil, este fenômeno cresceu muito rápido e teve um “boom” entre meados de 2011 até o ano passado. Hoje essa febre passou; o público que consome esse tipo de conteúdo online é menor, porém estável e fiel.
"Teve um boom enorme no final do ano passado e teve gente que resolveu a vida com dinheiro no YouTube, mas agora está diminuindo porque a galera vai enjoando e modinha do gamply já passou", explica DENIS SNIDER, PRODUTOR DE CONTEÚDO.
Agora, para manter esse público fiel interessado nos novos vídeos publicados periodicamente, a saída é inovar, criar novos formatos e reinventar. Não por acaso, a principal estratégia dos dois veteranos nesse assunto é a transmissão ao vivo – no caso do gameplay, mais conhecida como “livestream”. Acredite se quiser, mas, recentemente, para finalizar um jogo de RPG, Denis passou duas noites em claro jogando e transmitindo tudo em tempo real.
Marco também aposta no “ao vivo”, mas principalmente pela possibilidade de interagir com seu público.
"O cara te manda uma pergunta no Twitter e você o responde na hora. Ele pede a opinião ou pede alguma coisa específica e tem influência. Interagir com o público é maravilhoso", complementa MARCO GOMEZ.
Interessante é que muita gente se arriscou no “gameplay” por aqui; alguns deram certo e, assim como o Marco e o Denis, continuam na ativa. Outros aprenderam com os jogos e começaram a produzir outro tipo de conteúdo. Se você quiser conhecer os canais desses dois caras pra lá de divertidos e engraçados, acesse os links acima. Ah, e se você, por acaso, for mais um adepto, conte pra gente, o que tem de mais legal nesses vídeos e transmissões? Acesse e deixe o seu e-mail ao lado.