quinta-feira, 3 de julho de 2014

Conheça o olho biônico, que custa até US$ 100 mil.

"É um microchip que serve para corrigir problemas da retina, mas não trata outras doenças. Mesmo no caso da retina, é preciso que ela esteja colada no lugar e de um nervo ótico funcionante; então, já há uma limitação para tratar o descolamento da retina dessa forma e aplicar o olho biônico para quem tem glaucoma porque precisamos de regiões intactas", explica Juliana Sallum, prof. afiliada / Unifesp.
"A retina faz a reação visual e manda uma imagem elétrica ao cérebro e quem vai enxergar e interpretar a imagem é o cérebro. Esta prótese vai tentar substituir o fotoreceptor, a primeira célula", diz Juliana.
"O olho biônico que está implantado na França e na Inglaterra ainda usa este sistema que usa uma câmara para fazer a captação da imagem e manda a imagem para dentro do olho por um sistema de telemetria para estimular os eletrodos deste chip de acordo com a imagem", completa a especialista.
"Não é um chip que tem utilidade para reconhecimento fisionômico...ele teria de aumentar a definição para 1.000 pixels pra poder ter esta visão que a gente gostaria de dar para o paciente, de uma forma melhor", diz Juliana.

Laboratório Digital: qual é o melhor GPS?

BATERIA
INTERFACE e USABILIDADE
TRAJETO e NAVEGAÇÃO
TRÂNSITO
EXTRAS
PREÇO
CONCLUSÃO

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Veja o Galaxy S5 em ação

Vamos com tudo para cima do Android, diz gerente do Windows Phone


No último trimestre de 2013, o mercado de sistemas operacionais brasileiro passou por uma reviravolta. O Windows Phone, da Microsoft, deixou o iOS, da Apple, para trás e se tornou o segundo mais popular com 6% de participação, de acordo com a consultoria IDC. Mas a plataforma ainda está muito, muito longe do Android, que domina 88% do setor.  Na entrevista acima, o gerente geral do Windows Phone Brasil, Celso Winik, detalha o plano de expansão, comenta a ultrapassagem "histórica" sobre a Apple e se mostra otimista quanto à ambiciosa missão de conquistar mercado do Android.

Teste: internet ultrarrápida de 500 Mbps abre vídeos instantaneamente

terça-feira, 1 de julho de 2014

Entenda o conceito das operadoras móveis virtuais

"O cenário de MVNOs no Brasil tem um potencial muito grande, pelo tamanho do país, mas também tem muitas barreiras a resolver, como a parte tributária de infraestrutura. O Brasil é um mercado que deveria ser bem desenhado e estudado pelos novos candidatos a operadores virtuais", diz Eduardo Arbesu, dir. negócios Telecom / Everis.
"A infraestrutura das operadoras permite que elas façam acordos com qualquer operadora móvel virtual. Atualmente, o crescimento do número de clientes destas empresas está indo muito devagar e não traz impacto na qualidade de rede", analisa Eduardo Arbesu, dir. negócios Telecom / Everis.
"São acordos entre as operadoras para usar as torres de outras e atender os clientes de cada uma das operadoras virtuais", completa Eduardo Arbesu, dir. negócios Telecom / Everis.
"Podemos conseguir desenvolver um grau de cobertura de rede mais rápido em zonas nas quais eles ainda não estão atuando atualmente".

Confira a tecnologia que ajuda vítimas de Parkinson a viver melhor


Se a tecnologia muda a vida de tanta gente todos os dias com entretenimento, informação e coisas surpreendentes, com a Lígia ela foi além: a tecnologia devolveu a união da família, a liberdade e a retomada da busca dos seus sonhos.

Há sete anos, Lígia foi diagnosticada com Mal de Parkinson. O diagnóstico do Parkinson Juvenil – que tem por característica a degeneração dos neurônios ainda mais rápida do que em idosos – levou dois anos para ser decretado. O início foi bastante difícil; a doença que afeta principalmente a coordenação motora da pessoa colocou a Lígia em um estado de fraqueza e dependência total.

A ciência sempre buscou formas de interagir com o funcionamento do cérebro, que trafega informações no seu interior através de estímulos elétricos. E foi exatamente com eletricidade que o tratamento do Parkinson com este aparelho atingiu um grau bastante interessante e que já é uma realidade inclusive no Brasil.

Semelhante a um marca-passo cardíaco, o neurotransmissor é implantado cirurgicamente sob a pele e fornece estimulação elétrica a regiões afetadas do cérebro.

O neurocirurgião da Santa Casa-SP Nilton Lara conta que a bateria é implantada no peito. "Só um fiozinho entra no cérebro", ele explica. "É um sistema com memória, capaz de produzir estímulos elétricos conforme um comando que a gente dá", conta o médico.

Assim que ficou sabendo da possibilidade da cirurgia, Lígia viveu uma sensação mista de medo e esperança. Mas não pensou duas vezes...
A cirurgia é toda feita com o paciente acordado e lúcido. Saber o local exato do implante do cabo-eletrodo no cérebro do paciente também envolve muita tecnologia. Os médicos usam uma espécie de “GPS do cérebro” para encontrar o local exato e, mesmo assim, não é tarefa fácil – leva de seis a oito horas para ser realizada.

"São técnicas de computação gráfica, com fusão de imagem de ressonância com tomografia e técnicas de eletrofisiologia e intraoperatória. Traduzindo: você consegue, através do aparelho de micro registro, registrar a atividade das células doentes e seus disparos. E através disso, você pode definir o melhor ponto para implantar o eletrodo", cita o neurocirurgião.
O cabo implantado no cérebro é ligado por uma extensão subcutânea desde a cabeça, passando pelo pescoço, até a parte superior do peito, onde é colocado o neurotransmissor – que tem memória, uma antena e bateria com duração de até cinco anos.

A estimulação das regiões afetadas do cérebro bloqueia os sinais que causam os sintomas motores da doença de Parkinson. Interessante é que o neurotransmissor pode ser ajustado remotamente para maximizar os benefícios da terapia.

"Você consegue colocar o aparelho de telemetria (que é como se fosse um Wi-Fi) no peito e você consegue configurar o seu aparelho, aumentando ou diminuindo intensidade e mudar outros parâmetros que adequam a linguagem do aparelho ao cérebro", conta o especialista.

Segundo o doutor Nilton Lara, o implante não cura o Mal de Parkinson, mas melhora significativamente os sintomas motores da doença como a tremedeira, a falta de coordenação, a rigidez do corpo e a lentidão dos movimentos.

"Os sintomas motores da doença de Parkinson são minimizados de forma significativa, mas não é uma cura. A doença é degenerativa e progressiva", conta Nilton Lara.

A Lígia é um grande exemplo do sucesso do implante. Como dissemos no início, a tecnologia do neurotransmissor devolveu a ela a capacidade de fotografar novamente, seguir em busca dos seus sonhos e também devolveu sua autonomia...

Vale destacar que não é qualquer paciente com Mal de Parkinson que é beneficiado pelo neurotransmissor. Mais do que isso, no Brasil, a cirurgia e o aparelho em si são bastante caros. Ainda assim, o Sistema Único de Saúde prevê a cirurgia, mas enfrenta muita dificuldade em conseguir o equipamento para ser implantado no paciente.
Tão interessante quanto o tratamento do Parkinson é que pesquisas para interagir eletronicamente com o cérebro estão a todo vapor em todo o mundo. O doutor Nilton nos contou que existem outros pontos – outros alvos – sendo investigados dentro do cérebro e não só para o Mal de Parkinson.

"É possível tratar a obesidade através de sistema; alguns países usam para tratar vício em drogas, diminuindo a vontade da pessoa usar drogas. Como é um sistema reversível, uma vez que a pessoa esteja livre, ele pode ser desligado", explica o neurocirurgião.

Conheça o novo RG digital de SP


Chegou a vez de São Paulo; depois do Rio de Janeiro, agora são os paulistanos que terão também uma nova carteira de identidade digitalizada. O modelo promete ser mais econômico e seguro que o atual e, entre as novidades, o destaque fica no código bidimensional impresso na parte de trás do documento.
O processo de coleta das impressões digitais e assinatura é 100% digital e leva poucos minutos para ser executado. Os dados biométricos do cidadão são guardados digitalmente em um banco de dados do governo do Estado. A novidade garante que cada pessoa tenha um único documento baseado na sua biometria.
Os RGs emitidos no novo formato são impressos em papel especial, com película protetora e borda diferenciada. Além disso, o número do documento aparece em vermelho e negrito, para facilitar a visualização. A foto e a impressão digital são mais nítidas do que no modelo antigo também. Mas a grande novidade está na parte de trás. Os dois códigos bidimensionais, similares aos QR Codes, trazem informações da cédula como número, data de emissão, nascimento, nome, nome do pai e da mãe, naturalidade e até validade.
Um segundo QR Code impresso no RG dá acesso instantâneo à foto do indivíduo, que é armazenada na nuvem para consulta imediata. Tudo é criptografado, o que garante uma segurança ainda maior para o cidadão. O código só é lido por um aplicativo específico, que será usado por qualquer autoridade quando necessário. A precisão dos códigos bidimensionais é acima dos 99%.
No Rio de Janeiro, nove milhões de pessoas já possuem um RG mais moderno. Em São Paulo, a expectativa é que até o fim de 2014 o novo sistema esteja implantado em todos os postos do Estado. Em dois anos, a estimativa é de que as impressões digitais de 20 milhões de pessoas estejam cadastradas.
Você sabia que não existe unicidade nem padrão dos documentos de identificação no Brasil? Pois é, cada estado tem seu próprio RG. Se você quiser conhecer mais detalhes do documento do Rio e até saber como tirar uma nova carteira de identidade, assine o seu E-mail ao lado direito. 

domingo, 29 de junho de 2014

Veja como funciona o bloqueio de celulares nos presídios.

"Você monta um sistema com antenas e ele vai bloquear em determinadas áreas", diz oão Carlos Lopes, professor / Inst. Mauá de Tecnologia.
"Até mesmo dentro do presídio, em uma sala administrativa, você consegue usar o celular. Então eles vão montar um projeto de engenharia que vai estimar a quantidade de antenas e a área de cobertura", explica Lopes.
"Os arredores não devem ter a interferência das antenas, que devem bloquear apenas o presídio. Mas isso requer um projeto bem sofisticado de engenharia. Não dá pra você colocar um jammer e sair bloqueando...senão ele vai ter uma coberura parcial", conta.
"Atualmente, não existe possibilidade de enganar o Jammer porque, como ele bloqueia a frequência, você não depende de outros fatores, como energia e claridade. Não dá para enxergar porque o sinal é eletromagnético", afirma.

Testamos o novo Wi-Fi público da cidade de São Paulo


Depois dos primeiros testes oficiais, a Prefeitura de São Paulo começou a disponibilizar Wi-Fi Livre e gratuito em alguns pontos da capital. Nós experimentamos os três primeiros locais contemplados com a novidade...

Começamos pela praça Dilva Gomes Martins, em Artur Alvim, na zona leste da cidade. Lá foi fácil conectar o smartphone na rede da prefeitura; a velocidade – testada através de um aplicativo – chegou a 1,5 megabits por segundo e foi suficiente para acessarmos o nosso próprio site, usar mecanismos de busca rapidamente como o Google e até assistir alguns vídeos em alta definição. Funcionou e o pessoal que mora na região também aprovou a novidade.

Seguimos para o centro da cidade, mais precisamente no Pátio do Colégio. Ali também encontramos a rede e conectamos rapidamente. A decepção foi a baixa velocidade de navegação, que ficou em torno dos 500 kilobits por segundo. Deu para abrir páginas e notícias, mas com essa velocidade já fica um pouco difícil realizar tarefas mais pesadas, como assistir vídeos, por exemplo...

Por último visitamos o Mercado Municipal, mais um ponto turístico da capital paulista. No Mercadão a surpresa foi outra; a velocidade de acesso chegou aos 2 megabits por segundo. Além da estabilidade, a conexão no Mercadão foi suficiente para assistirmos aos vídeos do próprio YouTube em HD sem qualquer travamento.

O projeto Wi-Fi Livre, segundo a prefeitura, ainda vai chegar a 120 praças da capital espalhadas por todos os 96 distritos da cidade. Nós fizemos os testes usando um smartphone, mas nada impede que qualquer um use a rede com outros celulares ou notebooks e tablets. O uso é gratuito e não é necessário sequer fazer cadastro. Vale lembrar que a prefeitura promete conexão de 512 kilobits por segundo efetivos por usuário, para download e upload; talvez as velocidade que encontramos em Artur Alvim e no Mercadão sejam reflexo do pouco uso da rede naquele horário – se bem que no Pátio do Colégio também não vimos ninguém conectado por perto.

Esse tipo de serviço é uma boa novidade. Já mostramos aqui no Blog outras cidades que oferecem conexão gratuita em locais públicos. É uma boa tendência. Mas, vale a dica: ao usar essas redes, redobre a atenção. Evite acessar bancos ou outros serviços em que a privacidade dos dados é fundamental. Em redes livres e abertas, o risco de ter seus dados comprometidos é maior... Fora isso, está valendo. Aproveite as redes gratuitas para navegar pela Web e se integrar ao mundo digital.

E você, já experimentou redes públicas de Wi-Fi? Divida sua experiênciano nosso Fórum. Aproveite para rever o vídeo que preparamos quando esse projeto foi lançado na cidade de São Paulo, no ano passado. Instalar redes wi-fi em grandes áreas é um belo desafio tecnológico que exige equipamento e conhecimento específicos. Acesse e confira como esse desafio está sendo enfrentado.

Como a impressão 3D pode ajudar a medicina.


Imagine um futuro em que  órgãos humanos artificiais são reproduzidos em impressoras 3D! Pois é, ainda não chegamos lá, mas os primeiros passos já estão sendo dados, inclusive no Brasil.
Unicamp, Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Biofabricação. Aqui um projeto inédito de fabricação de próteses de titânio em impressoras 3D promete revolucionar as cirurgias no crânio e na face.

O que é tag?

Existem diversas formas de classificar e organizar informações. A mais conhecida é por hierarquias, como se fossem colocadas pastas mais específicas dentro de pastas mais genéricas. Essa organização hierárquica é a forma mais utilizada para armazenar e encontrar páginas na internet, por exemplo.
Mas existe outra forma de organização e classificação de informações extremamente comum na internet e na Web 2.0, que utiliza palavras-chave para relacionar informações semelhantes. Essas palavras-chave são conhecidas como Tags ou metadados. Metadados são dados usados para classificar e organizar arquivos, páginas e outros conteúdos.
“Tag” em inglês quer dizer etiqueta. As tags na internet são 

Conheça a lente de contato do Google para controlar diabetes